Meios de Pagamento · · 2 min de leitura

Pix por aproximação: fim do teto de R$ 500 vale desde 1º de outubro

O Banco Central eliminou o teto fixo de R$ 500 no Pix por aproximação. Agora o cliente pede ao banco, pelo app, aumento ou redução do limite. Veja o que muda e os cuidados.

Pix por aproximação: fim do teto de R$ 500 vale desde 1º de outubro

Desde 1º de outubro de 2026, o Pix por aproximação deixou de ter um limite fixo de R$ 500 por transação. A mudança decorre da Instrução Normativa BCB nº 746, publicada pelo Banco Central em junho, e passou a valer neste início do mês, segundo o Money Times e o Seu Dinheiro.

O que muda na prática

Pelas informações divulgadas, não existe mais um teto único para esse tipo de pagamento. Cada cliente poderá pedir à instituição financeira que aumente ou reduza seus limites, e isso pode ser feito pelo aplicativo da própria instituição. Com isso, pagamentos acima de R$ 500 ficam permitidos, desde que respeitem os limites configurados na conta. Os veículos citam como exemplo valores como R$ 600 ou R$ 1.000.

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A regra não se restringe ao toque do celular. De acordo com as publicações, ela também alcança os pagamentos feitos por QR Code, por chaves de acesso e pela jornada sem redirecionamento do Open Finance. Os mecanismos gerais de segurança do Pix seguem ativos.

Uso ainda é pequeno

O Pix por aproximação usa a tecnologia NFC e está disponível desde fevereiro de 2025, em aplicativos de bancos e carteiras digitais. Apesar disso, a adoção segue tímida: em agosto de 2026 foram cerca de 2 milhões de transações, o equivalente a 0,06% de todas as operações do Pix no mês, conforme os dados reportados.

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O fim do teto fixo pode ser lido como uma tentativa de tornar a modalidade útil para compras de maior valor, mas as fontes consultadas não trazem projeções de crescimento nem manifestação do Banco Central sobre esse efeito. Por isso, qualquer expectativa sobre aumento de uso, neste momento, é apenas hipótese.

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Cuidados recomendados

Com limites que podem ser mais altos, ganha peso a atenção do usuário. Entre as orientações publicadas estão conferir o valor antes de confirmar o pagamento, manter a tela do aparelho bloqueada, evitar entregar o celular desbloqueado a terceiros, acompanhar as notificações de cada transação e revisar de tempos em tempos os limites configurados no aplicativo.

Quem preferir manter um controle mais rígido pode simplesmente reduzir o limite pelo app, já que a norma prevê ajuste nos dois sentidos. Vale consultar a própria instituição para saber como e em que prazo o pedido é atendido, porque as fontes lidas não detalham esse procedimento.

Fontes: Money Times (1º/10/2026), Seu Dinheiro (1º/10/2026) e Alô Alô Bahia (1º/10/2026, texto da Agência NBZ). Texto produzido pela redação do Fintechs.com.br com apoio de IA.

Fontes: moneytimes.com.br, seudinheiro.com, aloalobahia.com

Por Redação Fintechs. Como produzimos e corrigimos o conteúdo. Texto produzido com apoio de inteligência artificial a partir das fontes citadas e revisado pela redação.

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