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Ações de bancos e fintechs desabam após 2º turno; BB cai 29%

Bancos fecharam em forte queda na B3 (BB -29%, BTG -25%, Bradesco -22%, Itaú -14%) e fintechs listadas em Nova York chegaram a perder 50% no intradia.

Ações de bancos e fintechs desabam após 2º turno; BB cai 29%

As ações de bancos, corretoras e fintechs brasileiras sofreram perdas pesadas na segunda-feira (26/10), primeiro pregão após o segundo turno, em que Lula foi reeleito com 51,79% dos votos válidos, contra 48,21% de Flávio Bolsonaro. Segundo o InfoMoney, o Ibovespa fechou em queda de 13,88%, aos 176.608 pontos, e o dólar comercial subiu cerca de 8%, a R$ 5,403.

Bancos e B3 no fechamento

O circuit breaker foi acionado às 9h57, com suspensão de 30 minutos no mercado à vista, o primeiro desde março de 2020, de acordo com o InfoMoney. No fechamento, o Banco do Brasil recuou 29,33%, o BTG Pactual 24,83%, o Bradesco 21,70%, o Itaú Unibanco 13,66% e o Santander Brasil 4,47%. A própria B3, a bolsa, perdeu 36,28%. Durante a manhã, as quedas chegaram a ser maiores: o Times Brasil registrou perdas de 37% para o BTG e de 31% para o BB em determinado momento.

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Fintechs e XP em Nova York

Em Nova York, os números reportados pelo Finsiders Brasil por volta do meio-dia, portanto intradiários e não de fechamento, mostram a XP em baixa de 50,85%, o Agibank de 39,81%, o Inter de 38,46% e o PicPay de 37,54%. Na sequência vieram StoneCo (29,66%), PagBank (26,54%) e Nubank (20,59%). Não localizei as cotações de fechamento dessas empresas nas fontes consultadas.

E as seguradoras?

Não encontrei cotações de fechamento das seguradoras listadas na B3. Como relato de mercado, um site de cotações indicou queda de 12% no fim da manhã para o ADR da BB Seguridade, negociado nos Estados Unidos, sem comunicado da empresa.

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O que explica o movimento

Segundo o Finsiders, investidores temem que a continuidade do governo dificulte o ajuste fiscal, o que pressionaria os juros futuros e manteria o crédito caro. O InfoMoney informa que o risco-país subiu 26%, para 151,6 pontos, e que os juros futuros avançaram em toda a curva. Antes do pleito, entre 5 e 23 de outubro, o BTG Pactual havia subido 20,36% e o Itaú 7,07%, segundo dados do InfoMoney citados pelo Times Brasil. O mesmo veículo cita relatório do BTG que projetava queda de até 17% do Ibovespa nas semanas seguintes a uma vitória de Lula, o que ainda é projeção.

Os percentuais variam conforme o horário e a fonte. Não é recomendação de investimento.

Fontes: InfoMoney, "Ibovespa desaba 13% após eleição, em dia de circuit breaker; dólar dispara 8%" (26/10/2026); Times Brasil, "Ações de bancos despencam após reeleição de Lula" (26/10/2026); Finsiders Brasil, "Mercado chora vitória de Lula e ações de fintechs afundam nos EUA; XP despenca 51%" (26/10/2026); StocksToTrade, BBSEY (26/10/2026).

Fontes: infomoney.com.br, timesbrasil.com.br, finsidersbrasil.com.br, stockstotrade.com

Por Redação Fintechs. Como produzimos e corrigimos o conteúdo.

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