Criptomoeda · · 1 min de leitura

Regulação do BC esvazia fila de empresas de cripto: só 7 pedidos contra 100 a 150 esperados

O número de pedidos de autorização ficou muito abaixo do previsto pelo Banco Central. Custos e exigências devem acelerar a consolidação do mercado de cripto no país.

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Regulação do BC esvazia fila de empresas de cripto: só 7 pedidos contra 100 a 150 esperados

A regulação das prestadoras de serviços de ativos virtuais mostrou seu primeiro efeito prático: bem menos empresas do que o esperado buscaram autorização do Banco Central. Até agora, sete companhias solicitaram licença, enquanto a expectativa inicial da autoridade monetária era de 100 a 150.

O peso do capital mínimo

O capital social mínimo exigido é de R$ 10,8 milhões. Entre os pedidos já feitos, os valores declarados variam bastante: R$ 73,6 milhões na Onda Finance, R$ 20 milhões na Transfero, R$ 18 milhões na Mazzera, na Masterpay e na PFPAY, R$ 1 milhão na Wynx Exchange e R$ 90 mil na W Brasil. A Higherway Tech, com R$ 1,5 milhão, teve o pedido negado em 25 de setembro.

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Quem sai e quem fica

Bruno Samora, da Matera, explicou que quem já estava operando até 2 de outubro pode continuar em funcionamento enquanto o pedido é analisado. A expectativa é que de três a cinco empresas ainda protocolem pedidos perto do prazo final, em outubro. Algumas plataformas, como DAX, Bitnuvem, CoinEx e Digitra.com, deixaram o Brasil.

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Para Jorge de Almeida, CEO da Brasil Bitcoin, que opera desde 2018, as exigências aumentam custos e favorecem a consolidação. Diego Perez, vice-presidente da ABcripto, lembrou que empresas menores sentem mais o peso dos custos e que há risco de concentração de mercado.

Efeito sobre fusões e aquisições

Com menos concorrentes autorizadas, cresce a busca por parcerias e por investidores estratégicos. Bancos, fintechs e corretoras têm demonstrado interesse em aquisições no segmento, segundo os especialistas ouvidos.

Fonte: Finsiders. Texto produzido pela redação do Fintechs.com.br a partir de informações publicadas pelo veículo.

Por Redação Fintechs. Como produzimos e corrigimos o conteúdo.

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