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5 tendências para o mercado de fintechs

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O mercado de fintechs está mais aquecido do que nunca. Só no Brasil, Segundo dados do mapeamento Radar Fintech Lab, são 453 startups focadas em soluções financeiras. Movimento que só deve crescer nos próximos anos.

Para Bruno Diniz, professor no curso de Fintech da Fundação Getulio Vargas e especialista no ecossistema de fintechs, o mercado brasileiro vive um momento importante.

“As inovações chegam para que tenhamos um mercado financeiro mais democrático.”

Diniz se apresentou durante o Seminário Fintechs – Novas soluções financeiras para o seu negócio, realizado nesta terça-feira, 21 de agosto, na sede da Fiesp, em São Paulo.

Segundo Diniz, o Brasil vive um ambiente regulatório que começa a favorecer as soluções financeiras. Em abril deste ano, o Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou um regulamento que aprova a atividade das fintechs de crédito, permitindo que as empresas de tecnologia atuem sem vínculo com instituições financeiras. “Estamos passando por uma grande oportunidade”, afirma.

“Dado o potencial do mercado de pequenas e médias, acredito que ainda existam poucos players. Quem explorar isso poderá aproveitar uma boa fatia”, diz o professor.

Na sua visão, essas empresas mudaram a relação do mercado financeiro com os seus clientes. “Ao contrário de instituições mais tradicionais, que costumavam ditar as regras, as fintechs visam atender necessidades específicas das pessoas.”

De olho nisso, Diniz aproveitou o painel para listar algumas das principais tendências para o mercado de fintechs:

Parceria

Um movimento que já vem acontecendo em ecossistemas mais maduros, como o de Londres, Nova York, Vale do Silício e Hong Kong, é o de parcerias entre fintechs. Em vez de desenvolverem soluções que cobrem diversos problemas, empreendedores de diferentes empresas estão se juntando para atender seus clientes de maneira plana. “São as fintechs se complementando para ajudar o consumidor”, afirma Diniz.

Fintechs internas

Outra alternativa que o mercado encontrou é investir em fintechs internas, como é o caso do Bradesco com a startup Next. “O Goldman Sachs criou sua própria fintech e outras começam a investir internamente em empreendedores com soluções inovadoras.” Segundo Diniz, o movimento deve crescer dentro do Brasil nos próximos anos.

Negócios das redes sociais

Com o avanço do interesse das empresas que fazem parte do GAFA (sigla que faz referência ao Google, Amazon, Facebook e Apple) nas fintechs, há oportunidades no caminho. Diniz cita os exemplos de como o Google e a Apple têm investido em carteiras digitais. “Nos EUA, o Facebook já realiza transações financeiras pelo seu aplicativo. As startups devem estar atentas para fazer negócios com essas gigantes.”

Crédito

No Brasil, o momento é das startups de crédito. Com a nova regulamentação, Diniz acredita que o mercado financeiro está repleto de oportunidades. “As pessoas jurídicas seguem mal servidas. Acho que há um bom mercado dentro desse setor.” Já nas alternativas de investimento, o professor acredita que soluções que envolvem criptomoedas podem se sobressair.

Versão fintech

Para Diniz, startups que atuam em outras áreas devem pensar como fintechs – ou oferecer soluções financeiras em suas plataformas. As startups voltadas para o agronegócio, por exemplo, têm potencial para adicionar transações financeiras dentro de suas soluções. “Veja a 99, por exemplo, uma empresa de mobilidade, que também atua como fintech.”

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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MIT elege inovadores e três deles estão em fintechs brasileiras

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Fintechs brasileiras serão reconhecidas (e premiadas) pelo MIT. 3 empreendedores estão entre os mais inovadores da América Latina e vão receber hoje, o prêmio no México.

MIT Technology Review Under 35, é um “Oscar” para jovens inovadores no mundo todo. O reconhecimento feito através de uma votação, elege as pessoas com menos de 35 anos, com o maior potencial para mudar o mundo, através de suas empresas e invenções. 11 brasileiros estão na lista, 3 deles estão ajudando o mercado financeiro.

Os eleitos vão receber o prêmio num evento exclusivo, na Universidade de Guadalajara. Conheça um pouco dos 3 brasileiros que estão ajudando (e mudando) o setor financeiro por aqui.

Aline Oliveira, fundadora da Traive

A Traive é uma plataforma que facilita empréstimos agrícolas e analisa de dados para melhorar a previsão do risco de investimento em agricultura. A principal razão por trás da dificuldade de obter empréstimos acessíveis é que os bancos não têm as ferramentas para estimar corretamente o risco de não pagamento pelo agricultor.

Lincoln Ando, CEO da IDwall

IDwall é uma plataforma de dados que bancos, marketplaces e fintechs usam. No Brasil, a abertura de uma conta bancária pode levar até 15 dias, devido a todas as verificações necessárias feitas manualmente. Os bancos que usam a IDwall reduziram esse tempo para menos de três minutos. A plataforma (que usa inteligência artificial) verifica a saúde do cliente em mais de 200 fontes de dados, desde listas de inadimplência até listas de resoluções judiciais.

Victor Santos, fundador da Airfox

Airfox é um app que funciona como uma carteira digital que não precisa estar associada a nenhuma conta corrente ou cartão de créditoLançado em março de 2018, o aplicativo já conta com 12 mil usuários que conseguiram obter 1,2 mil empréstimos. Essa é uma ponta para resolver o problema dos desbancarizados no Brasil e na América Latina.

victor airfox

Conheça a lista completa aqui.

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“Recorrência” da Vindi, disseca modelo de Netflix, Spotify, Smartfit e Sem Parar

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livro recorrencia

Recorrência” da Vindi, disseca modelo de Netflix, Spotify, Smartfit e Sem Parar e educa mercado.

O estudo da Vindi, intitulado de “Recorrência: a economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar” é por si só, um belo ensaio de como gigantes adotaram um modelo infalível de vendas recorrentes e se transformaram nos maiores benchmarkings de seus mercados.

O estudo, que virou um livro gratuito, já foi acessado por milhares de empresas no Brasil.

Com recortes de depoimentos de alguns dos maiores CEO’s do mundo, análises de IPO’s de empresas recorrentes e até estudos de caso detalhados, o livro “Recorrência” é um conteúdo que toda empresa de serviço deve ter como obrigação de leitura.

recorrencia livro

O estudo é gratuito, acesse agora.

 

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Mercado Pago recebe licença do Bacen para ser instituição de pagamentos

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stelleo tolda - mercado livre

O Banco Central autorizou! Agora, o Mercado Livre (e o Mercado Pago) vão ficar ainda mais fintech.

Em matérias da Reuters e Valor, o Mercado Livre publicou os resultados do trimestre e afirmou ter recebido do Banco Central (BC), a autorização para o Mercado Pago funcionar como uma instituição de pagamento no Brasil. Bela tacada do marketplace, que em breve poderá permitir pagamentos e transferências entre lojistas sem a intervenção de outras instituições financeiras.

Com grande representatividade no ecommerce brasileiro, o ML é um colosso da internet na América Latina. Com a carência de serviços financeiros em todo esse território, o grupo pode aumentar consideravelmente a presença na vida financeira de pequenos lojistas.

 

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