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Meios de Pagamento

A nova fintech dos fundadores do Pagar.me

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Os fundadores do Pagar.me, Henrique Dubugras e Pedro Franceschi têm um novo negócio.

*Atualizado 19/06/2018

Prodígios, lançaram a empresa em 2013 quando ainda tinham apenas 18 anos. Viraram notícia, porque conseguiram desenvolver um facilitador de pagamentos diferente: moderno e pensado no usuário, especialmente naqueles de tecnologia. Ganharam prêmios como Spark Awards (da Microsoft) e The Innovation Project 2014 (em Harvard). Era raro de se ver, especialmente pela idade dos dois.

Dos desbloqueios de iPhone aos fundos de investimento

O sucesso dos garotos chamou atenção do mercado e obviamente, dos tubarões. Depois de receberem investimento da Grid Investments, fizeram um acordo com a Arpex Capital de André Street. Daí por diante, a empresa recebeu suporte financeiro e operacional, para crescer para centena de colaboradores e milhares de clientes. Também veio o suporte da Stone, adquirente lançada pelo grupo e a mentoria de um grupo de empreendedores que conhecia o mercado de pagamentos como ninguém. A dose até parecia ter sido demais, já que na época, a solução desenvolvida pelos jovens empreendedores era superior inclusive, as do próprio grupo, que incluía soluções como Mundipagg e Moip (onde a Arpex tinha participação).

Era o que qualquer empreendedor sonhava: lançar algo de sucesso e fazer o negócio crescer com um sócio forte. Mas não parecia o suficiente para os dois.

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Fundadores do Pagar.me em premiação de Harvard. (Arquivo Pessoal)

Fato é que o desejo dos dois empreendedores de estudar fora, falou mais alto. Venderam a empresa para a Stone e sua holding, fizeram as malas para estudar em Stanford e agora, vão empreender novamente. Só que dessa vez, no mercado mais competitivo do mundo: o americano.

Brex, a nova fintech dos fundadores do Pagar.me

A carreira de Pedro e Henrique nem são tão meteóricas assim. O dois, apesar da pouca idade na fundação do Pagar.me, já haviam empreendido (e aprontado) antes. Veja esse vídeo do Pedro Franceschi no TEDx e entenda.

Agora, eles preparam uma nova “porrada”.

Eles estão há alguns meses trabalhando no projeto Brex, que ainda está sendo mantido em segredo, mas já recebeu investimento pessoal de Peter Thiel e Max Levchin (co-fundadores do PayPal), Carl Pascarella (ex-CEO da Visa), Yuri Milner (investidor do Facebook), do fundo Ribbit Capital, da Y-Combinator e pelo que foi pesquisado, dos fundadores da 3G Capital.

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

Investidores de peso já estão on board! (Foto: Pitchbook)

A Brex, ao que tudo indica é uma fintech que gerencia processos de pagamento de despesas corporativas, contabilidade, emite cartão empresarial e provê outros serviços essenciais para empresas. A sede da Brex, na Market Street (coração de São Francisco-USA),  já tem quase 20 colaboradores e está atrás de diversos engenheiros para ajudar na construção dessa nova fintech.

No dia 19/06 às , depois da nossa divulgação, a empresa divulgou ao mercado investimento total de U$57 milhões.

Vem coisa boa aí.

Go boys!

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Meios de Pagamento

Plataforma de cobrança recorrente Aria Systems recebe U$30M de investimentos.

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A plataforma de cobrança recorrente americana, Aria Systems, anunciou a rodada de U$30M de investimentos.

O foco da empresa será investir o capital em crescimento forte no próximo ano. Concorrente direta da Zuora, a Aria atende médias e grandes empresas pelo mundo, que usam sua solução para automatizar cobranças.

A empresa, que foi fundada em 2003, na Califórnia, já recebeu cerca de U$150 milhões de investimentos e tem clientes como Experian, Philips, Audi entre outros cases que vendem no modelo de assinaturas.

São fortes no mercado editorial americano, atendendo alguns dos principais grupos de mídia impressa e digital.

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Meios de Pagamento

Fintech Chargify adquire plataforma de reconhecimento de venda

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A fintech americana Chargify adquiriu na semana passada a ProRata, uma startup que ajuda em relatórios de reconhecimento de receita e análise de faturamento.

A ProRata, fundada em 2014, em Atlanta, é uma empresa que ajuda na conciliação de receitas provenientes de empresas com modelos recorrentes. Esse é o casamento perfeito para empresas de software no mercado americano, que depois de mudanças na lei de impostos por lá, o reconhecimento e comprovação de receita se tornou grande desafio. Desde 2017, para estarem em acordo com a receita federal americana (IRS), as empresas precisam estar aderentes com as normas ASC 606, que regulamenta a questão fiscal de empresas de tecnologia.

A união das soluções Chargify + ProRata pode ser muito bem comparadas por aqui no Brasil, como cobrança + conciliação dos recebíveis (que sistemas de conciliação fazem).

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Meios de Pagamento

Pagamentos recorrentes vão atingir R$1,8 trilhões em 2021.

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Chegou a hora da Economia da Recorrência, segundo relatório de consultoria americana Research and Markets.

O relatório, publicado nessa semana, prevê que as transações recorrentes, processadas em cartões de débito e crédito nos Estados Unidos, atingirão U$ 473 bilhões até 2021. Cerca de R$1,8 trilhões! Uma transação de cartão recorrente é aquela em que as credenciais de pagamento são armazenadas com um comerciante/provedor para uso futuro. Isso existe para permitir pagamentos recorrentes de faturas, facilidade no checkout rápido em um site/app ou pagar por uma assinatura, planos e mensalidades.

O relatório, nomeado de “Mercado Americano de Pagamentos Recorrentes 2017-2021”, prevê uma aceleração nesse tipo de processamento para os próximos anos.

Só a Amazon, processou cerca de U$7 bilhões de cobranças recorrentes do seu Amazon Prime, serviço de assinatura exclusivo da empresa. E isso é um dos principais ativos da empresa, que espera crescer 50% no serviço no próximo ano. Esse tipo de solução de cobrança (também chamado de pagamentos recorrentes) é essencial para serviços como software (SaaS), serviços de streaming, clubes de assinatura e toda empresa que possui um modelo de cobrança recorrente na venda. Apesar do relatório ser um grande instrumento para analisar mercado americano, dá um bom gosto do que podemos ver em outros mercados.

A Economia da Recorrência na mira de Wall Street

No nosso estudo “A economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar” (clique para ler), fizemos bastante pesquisas para analisar essa realidade das empresas SaaS e assinaturas no mundo e no Brasil. Esse estudo até aqui, é o maior já feito sobre a Economia da Recorrência no mundo.

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Relatório da Vindi contempla dados exclusivos de empresas do modelo. (Fonte: Vindi)

O próprio desempenho do IPO do Zuora, deu esse sinal para o mercado. Chegou a hora das recorrentes na bolsa. Docusign, Spotify, Survey Monkey e Dropbox abriram capital nos últimos meses e as ações estão indo muito bem, colocando as recorrentes na mira de Wall Street. Cases como a MoviePass e a Adobe também foram amplamente cobertos pelo relatório.

“Os compradores gostam da conveniência de inserir suas informações de conta apenas uma vez. E os comerciantes apreciam a conectividade que atingem com seus clientes quando transações recorrentes são usadas, assim como o fluxo de caixa consistente, que elas criam nessa modalidade. Da mesma forma, os emissores gostam do volume de transações que as recorrentes criam quando os cartões são usados”, comenta um co-autor do relatório.

Os pagamentos recorrentes on-line ou por celular estão crescendo numa frequência grande e está ficando complexo acompanhar a evolução dos tipos de negócios que estão sendo criados, segundo relatório da Research and Markets.

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Adobe é um fenômeno que catapultou os resultados da empresa. (Foto: Livro Recorrência)

Realidades fortes como IOT (internet of things) já usam esse tipo de solução e só tenderá a crescer, mesmo com o impacto grande da GDPR chegando por aí. Compra com um clique também é uma necessidade grande desse tipo de negócio. Grandes varejistas precisarão ter um parceiro importante (PCI Compliance) para viabilizar a melhor experiência do cliente nisso.

Acesse o relatório exclusivo.

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