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Meios de Pagamento

Apple Card será o assassino de fintechs?

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A Apple estava devendo inovação, ou melhor: estava na hora de lançarem algo que brilhasse os olhos dos clientes.

A apresentação usual, em Cupertino (USA), foi tomada por milhares de comentários na rede sobre os novos negócios da Apple: um serviço de assinatura de revistas (o Apple News), uma plataforma de games (o Arcade), um serviço de streaming para concorrer com a Netflix (a Apple TV+) e…um cartão de crédito, o Apple Card.

Steve Jobs ficaria feliz.

O cartão da Apple

O Apple Card virá com um super app, conectado ao Apple Pay e terá obviamente, toda tecnologia que se preze, para um serviço global financeiro. Além disso o cartão vai funcionar com um sistema interessante de cashback. Nomeado de Daily Cash, a empresa devolverá 2% de qualquer compra que o cliente do cartão fizer. Para compras nas lojas Apple, o retorno chegará aos 3%! Quem solicitar o cartão físico, receberá 1% sobre o valor da compra.

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Foto: Apple Card

O cartão de crédito não terá número específico, data de vencimento ou código de segurança.

O app do Apple Card permitirá com que o usuário faça pagamentos de faturas customizadas: mensal, semanal ou quinzenal, dependendo da necessidade de crédito do cliente. Segundo a empresa, as taxas de juros do cartão da Apple serão menores do que os cartões do mercado. A empresa afirmou também, que não serão cobradas tarifas para uso do cartão em compras nacionais ou internacionais.

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Foto: Apple Card

O lançamento do cartão da Apple superou os comentários inclusive, da rede de filmes planejada pela empresa. O banco Goldman Sachs e a Mastercard são parceiras da empresa nesse novo produto.

Agora começa o teste de bancos e fintechs

O lançamento do cartão da Apple pode chacoalhar (literalmente) qualquer estratégia de cartão de crédito mundial. Por um simples motivo: a Apple tem muito cliente. Só para se ter uma ideia, o Apple Music (vice, do líder Spotify) tem 56 milhões de assinantes. Em 2015 eles tinham zero.

A Apple faturou U$265 bilhões em 2018, U$39 milhões são receitas de serviços. É a única empresa mais próxima de valer U$1 trilhão e tem cerca de 217 milhões de iPhones ativos (fonte Satista). Imagina esse poder todo, sendo movimentado para esse braço fintech do grupo?

Agora é que vem o teste para bancos e fintechs.

Quer conhecer todas empresas de pagamento vendidas no Brasil? Acesse o report.

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Acompanhe o vídeo do Apple Card.

O ponto de encontro das fintechs e revolução financeira no país.

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