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Meios de Pagamento

Conheça a TravelBank, a fintech que viabiliza viagens!

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As fintechs realmente chacoalham diversos segmentos. Desde o varejo até o mercado imobiliário, as startups focadas em inovação financeira, têm aberto novos horizontes para diversas outras formas de se fazer dinheiro no mundo. Em crédito, bitcoins, pagamento, investimento, risco e agora: viagens.

Esse é o caso da TravelBank, startup financeira focada em soluções voltadas para viajantes profissionais e empresas com grandes volumes de gastos com viagens de executivos. Fundada em 2015, em São Francisco – USA, a TB é uma dessas fintechs que já nascem com “cara de grande”. Não parece ter sido à toa inclusive, o investimento de R$30 milhões recebido no dia 21/10, vindo da Accel Partners.

Com um aplicativo (muito funcional, inclusive) a startup permite desde o planejamento de gastos, o gerenciamento de despesas, até a recompensa financeira com economias geradas através das decisões de funcionários, empresas e viajantes comuns. Além disso, esses gastos podem ser administrados de forma manual (no caso de uploads de reembolsos através do app) e com conexões diretas e integradas com softwares como QuickBooks, NetSuite e Bill.com.

Veja o vídeo abaixo.

A modalidade de recompensa é o que chama atenção no aplicativo. Se o funcionário decidir por usar um hotel mais barato ou comer em um lugar mais em conta (sugerido pelo app) ele recebe de volta uma recompensa financeira por ter ajudado a empresa a economizar. Segundo o fundador Duke Chung, a empresa já detectou por intermédio de um BI do próprio app, que até a escolha do vinho (em despesas de reuniões com clientes) já foi sensibilizada. É o fim do reembolso, planilhas de excel e controles ineficazes para controlar gastos de viagens.

A oportunidade? As empresas gastam em média U$1,2 trilhões em despesas com viagens corporativas.

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Meios de Pagamento

China pede que comerciantes parem de rejeitar dinheiro

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Desde julho de 2018, o banco central da China já lidou com 602 casos envolvendo estabelecimentos comerciais rejeitando pagamentos em dinheiro, de acordo com a Tech Asia.

O banco central da China começou a reprimir os comerciantes que se recusam a aceitar dinheiro (papel moeda), dizendo que ele prejudica os direitos do consumidor e o status legal e também alertou contra a “sobreposição” do conceito de uma sociedade sem dinheiro.

Entre os comerciantes que foram obrigados a aceitar dinheiro novamente, há o supermercado Hema da Alibaba. A cadeia de varejo permite que os compradores digitalizem mercadorias com seus smartphones para ver mais informações e pagar por suas compras com o aplicativo Hema. Seguindo o pedido do banco central, as lojas Hema começaram a aceitar dinheiro novamente.

Estima-se, segundo a TechinAsia, que na China mais de 30% das pessoas nascidas nos anos 50 estão tendo dificuldades em pagar em dinheiro.

São os consumidores ou empresas que ditam o comportamento/futuro dos produtos e serviços? Na China já dá para saber…

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Meios de Pagamento

O massacre das maquininhas de cartões (o fim do POS).

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pos maquininhas

Maquininhas de cartão de crédito terão pouco tempo de vida e agora começa o teste real dos adquirentes.

* Esse não é um post patrocinado. 

Existe obviamente, um movimento forte por mobilidade em pagamentos, mas nunca houve uma afronta às maquininhas das empresas consolidadas no mercado, pelo menos aqui no Brasil. Com a Rappi, iFood, Mercado Livre e cia, o jogo vai trazer novos competidores e isso é a certeza que podemos ter, da mudança.

Massacre adiante?

Eu estive ontem na loja da Ofner (Moema-SP) para tomar um café de R$5,00. Fui pagar no débito e me deparei com a foto abaixo do aplicativo Rappi no balcão de pagamento.

rappi pay

Parecia uma propaganda simples, mas eu parei a transação no plástico e pedi para pagar no Rappi Pay. Demorou exatos 30 segundos para que a transação fosse concluída. O aplicativo da Rappi já estava integrado ao sistema da NCR que gerencia o sistema frente-caixa da loja. E tudo fluiu de forma simples.

rappi pay brasil

Panetones com QR Code.

Eu literalmente me senti saindo de um carro do Uber há 6 anos atrás, quando fiquei com a ligeira sensação que meu cartão não tinha sido debitado, depois de uma corrida. Vem um massacre por aí, pelo que a história pôde nos ensinar. Vários pontos da cidade já tem o sistema da Rappi integrado, caso da padaria Benjamin.

Olha essa dupla, disputando um espaço de trilhões de dólares.

No final de tudo, fiquei muito decepcionado com a minha compra, porque só então descobri que, se eu tivesse gasto R$50,00 eu teria levado um panetone na faixa, oferecido pela Rappi.

Feliz natal.

 

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Meios de Pagamento

A Prisma, maior empresa de pagamento da Argentina, deve ser vendida.

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Não é só no Brasil que a guerra das maquininhas acontece.

A matéria do Brazil Journal descreve que a Advent (um dos maiores fundos do mundo) está prestes a fechar um acordo com a Prisma, uma das maiores empresas de pagamento da Argentina. O fundo quer comprar o controle acionário da adquirente, que tem como sócios, 14 bancos do país.

Foto: Reprodução Prisma.

O Governo Macri vem trabalhando forte na iniciativa de descentralizar o controle de grandes bancos no setor, abrindo o caminho para novos players. Por lá, as bandeiras ainda são aceitas apenas por alguns players. A Visa, por exemplo é aceita somente pela Prisma, já a Master é aceita pela First Data, que tem presença por lá também. À partir do ano que vem as bandeiras deverão ser aceitas por todas adquirentes.

O acordo deve chegar a U$1,4 bilhões.

 

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