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Meios de Pagamento

Desintermediação Bancária

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No histórico recente, vimos a evaporação de diversas empresas donas de seus mercados. Onipresentes como a Blockbuster, que chegou a ter 70 milhões de clientes no mundo, desapareceram em poucos anos. O rolo compressor Netflix, foi somente a última porrada dada, para que a rede de lojas de locação de filmes, sumisse. Elas já estavam fadadas à morte certeira com o advento da internet. Primeiro porque a pirataria, começou a proliferar fortemente no mundo. Segundo que a TV a cabo, foi se popularizando fortemente, inclusive em países de terceiro mundo. A terceira hipótese é que os serviços de assinatura de steaming, como Netflix e o Hulu, começaram a explodir. Não deu para segurar. A Blockbuster fechou sua última loja em 2013 e assim, encerrou-se um ciclo no ramo cinematográfico.

Novas Economias

Essa também é uma realidade enfrentada pela indústria fonográfica. O Napster em 1999 (thank you Sean Parker), praticamente criou o mercado de compartilhamento de Mp3 e trouxe a avalanche que as grandes produtoras não previram. Música free para todo o mundo. A indústria pirou! O Napster fechou várias vezes, os fundadores foram presos, indiciados e teve toda aquela história do Metallica defender a indústria, que todo mundo já sabe. Por mais que se juntassem os sindicatos, gravadoras, estúdios, músicos e toda indústria, a favor do fechamento do Napster, nasciam outras dezenas pelo mundo: Kazaa, e-Mule e o Ares Galaxy só anunciado o que estava por vir. A indústria ruiu. Caíram gravadoras e empresários que monopolizavam o dinheiro da música. Hoje a situação e o poder mudaram de mão. Spotify, Deezer, Rdio entre outros, são os caras que ditam as regras e distribuem as cartas nesse jogo. Adivinha quem foi o principal investidor do Spotify? (thank you again Sean Parker).

Novas economias são criadas para atender a demanda das pessoas, não das empresas. Isso é claramente visível em gigantes como UBER, quebrando uma cadeia inteira em transportes, e o AirBnB, “machucando” o mercado hoteleiro. É a economia criativa agindo sobre o mundo. No ramo financeiro, o negócio também já está pegando fogo.

Tem algo acontecendo de muito evidente no mercado financeiro, existe uma quebra bem grande de paradigmas de sistemas. Sistemas financeiros. Bitcoin, por exemplo. O negócio já é enorme! E o que isso quer dizer? Vamos viver uma nova era financeira. A era da desintermediação bancária ou simplesmente “desintermediação financeira”.

A desintermediação bancária

Vamos primeiro explicar o que vem a ser isso. Na prática desintermediação bancária é fazer a transação financeira sem que um banco ou instituição financeira participe. É o banco fora do negócio. No Brasil por exemplo, o “custo do dinheiro é alto”. Tomar empréstimo aqui é algo desafiador. As PMEs tomam crédito em torno de 30% ao ano. As taxas para as grandes empresas saem por volta de 20% a/a. Isso do ponto de vista da economia brasileira é assustador. A criação natural de novas economias favorece o “game changing” de diversos modelos. A desintermediação bancária (e financeira), usando o exemplo de empresas, pode ser ilustrada na captação de recursos no exterior, na emissão de título de dívida e na antecipação de recebíveis para cadeias produtivas. Mas o buraco é mais embaixo, tem um movimento muito mais disruptivo do que esse. Vamos a alguns elementos que farão você refletir:

Bitcoin

Assunto fácil no Vale do Silício, o bitcoin é algo de se cair o queixo. Os bancos (mais atentos) sabem disso. Primeiro vamos entender o que é o bitcoin e por que ele faz tanto barulho.

O bitcoin é uma moeda. Assim como o dólar, o real e o euro. Explicando melhor, o bitcoin é uma criptomoeda. As transferências deles são baseadas em protocolos de códigos abertos de criptografia. Mas ele é digital e não é controlado por nenhum governo, por bolsa de valores ou instituições. Releia a última frase e entenda o porquê dele ser desruptivo.

Quem determina o valor dele são os detentores dos bitcoins. Na prática, você pode transferir bitcoins por um computador ou um celular, sem precisar de bancos. Aí é que começa a maior disrupção. As lojas já estão começando a aceitar fortemente a criptomoeda como forma de pagamento. Empresas como Amazon, CVS, Victoria Secrets, Subway, Target, Tesla, Expedia.com e outras milhares de empresas já aceitam bitcoins. No Brasil, empresas como OLX e Tecnisa já aderiram também.

bitcoins

Os investimentos em empresas ‘bitcoins” somam cerca de U$1bi.

Os investidores mais algozes (prontos para derrubar barreiras) estão investindo fortemente na criptomoeda. Peter Thiel (Paypal e Facebook investor), Reid Hoffman (LinkedIn), Marc Andreessen (Netscape), Ben Horowitz (super investidor) formam um grupo que poderiam comprar juntos metade do Sillicon Valley. Eles investem fortemente em bitcoins. A Coinbase, processadora de pagamento de bitcoins americana, levantou U$75 milhões de investimentos num round que participaram: Bolsa de Valores de Nova York, o USAA Bank e o espanhol BBVA. Ao todo já foram investidos cerca de U$726 milhões em capital de risco em bitcoins companies. É um sinal, e bem grande.

Bancos digitais

Apesar de ainda se depararem com as regras internacionais das bandeiras (Visa, Master, Amex entre outras), algumas soluções inovadoras estão pingando aos poucos. Os dois casos mais interessantes são: o Simple (americano) e o Nubank (brasileiro), que são de fato a nova geração de serviços financeiros mobile.

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Bancos onlines como o Simple, anunciam a nova fase dos bancos. (Foto: reprodução Simple.com)

Ainda não se caracterizam pela forma e atuação, uma prática de desintermediação, pois respeitam uma bandeira (Mastercard no caso do Nubank) e contas bancárias no caso do Simple. Mas já são um ensaio para virarem a chave para a independência. O Nubank por exemplo, não cobra tarifa para a manutenção do seu cartão de crédito. Não lembro de algum banco que não cobre tarifa por esse serviço. Esse é na verdade um ensaio para que outras grandes novidades tragam os verdadeiros bancos independentes e digitais.

Crowdfunding

A economia do financiamento coletivo. Tá aí um negócio que evidencia a quebra do intermédio bancário: o crowdfunding. Para ilustrar essa poderosa forma de viabilizar negócios, usarei os números do Kickstarter. Só em 2014, a maior plataforma de crowdfunding do mundo financiou 22 mil projetos com o volume de U$529 milhões. 3 milhões de pessoas ajudaram no financiamento coletivo em todo o mundo pelo Kickstarter. No Brasil, 14 mil pessoas contribuíram com U$2,5 milhões através da plataforma.

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A banda indie capixaba Dead Fish arrecadou R$258 mil para finalizar o disco novo. (Foto: reprodução Catarse.me)

Por aqui, plataformas como Kickante e Catarse já começam a dar as caras de gente grande. Para citar um exemplo, o jogo Caçadores das Galáxias publicado pelo designer de games Daniel Alves atingiu o valor de R$218 mil de arrecadação para viabilizar a criação do jogo. Imagina se o Daniel vai ao banco pedir essa quantia para financiar a produção do game? Já a banda de indie rock Dead Fish, conseguiu R$200 mil para fazer o novo disco através do Catarse. Qual banco financiaria esses dois projetos?

Empréstimos Peer to Peer (P2P Lending)

Mercado gigantesco. Repito: gigantesco. Os empréstimos peer-to-peer, ou simplesmente “empréstimos sociais”, são operações de crédito onde pessoas físicas fazem a intermediação. Uma pessoa concede, a outra pessoa contrai. Tudo isso sem a ação intermediadora de um banco. Pessoas querendo ganhar algum dinheiro, encontram nessa forma, pessoas querendo empréstimos mais acessíveis. Tudo isso de uma forma extremamente barata.

Imagina o impacto disso num país com o sistema financeiro mais caro do mundo?

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Lending Club, fim da agiotagem. (Foto: reprodução Lendingclub.com)

Por que o empréstimo P2P é gigantesco? Porque na prática, isso já acontece no mundo todo. Aquele seu amigo que quer dinheiro emprestado, nem imagina que você está pensando nesse momento em formalizar através de uma plataforma simples de crédito, essa transação. As pessoas emprestam dinheiro umas às outras, sem ter garantias ou formalizações. Plataformas como a Zopa intermediam diariamente milhares de transações de empréstimo entre pessoas físicas. Esse mercado, já é alvo inclusive do Google, que investiu no Lendind Club, plataforma líder de empréstimos sociais. A Lending Club é uma empresa que já recebeu cerca de U$392 milhões de investimentos. Aqui no Brasil por enquanto, nem sinal desse mercado.

Financiamento da cadeia logística (Supply chain financing)

Algumas indústrias já praticam (em grandes volumes) essa modalidade de financiamento, sem a interferência de um banco. Não se trata de um empréstimo e sim de uma prática para equacionar pagamentos e recebíveis de uma determinada indústria. Os agentes  desse financiamento são: vendedor, comprador e uma “fatura comercial”. Os setores automotivo, industrial, óleo, gás e varejo, usam dessa prática para equalizar o fluxo financeiro de compra e venda de serviços ou produtos. É o chamado factoring reverso.

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A economia das faturas. (Foto: reprodução Marketinvoice.com)

Empresas como a Market Invoice fazem com que grandes compradores de uma determinada indústria, concedam aos seus fornecedores, um financiamento baseado na melhor concessão de crédito desejada. O fornecedor por sua vez, recebe o dinheiro antes, com desconto, enquanto o comprador estende a data de pagamento da fatura. A Market Invoice recebe o pagamento sem muito risco, uma vez que o comprador dá endosso à fatura. Empresas petrolíferas praticam fortemente essa modalidade. Descontam porcentagens para antecipar o pagamento do fornecedor e estendem seus prazos de pagamento das faturas.

Exemplos “sutis” de que o Brasil já está pronto para desintermediação bancária

Sem parar

Serviço de pagamento de pedágio líder no Brasil. Com mais de 3,5 milhões de usuários (dados de 2014), o Sem Parar é uma potência nas rodovias brasileiras. Criado para a comodidade em cruzar pedágios, com as famosas “tags” coladas no pára-brisa dos carros, já dá os primeiros passos para a nova fase da empresa.

sem parar

Sem Parar e seus 3,5 milhões de usuários e possibilidades.

O primeiro ensaio foi tirar o banco no “estacionamento de shopping” da jogada. A maioria dos shoppings centers brasileiros já contam com os sistemas do “Sem Parar” em suas operações. Mas o que isso tem a ver com desintermediação bancária? Quer dizer que o serviço já tira da frente dois fatores importantes, que até então eram predominância no pagamento dos estacionamentos de shoppings: cartão de crédito e dinheiro. O cliente Sem Parar não paga estacionamento com dinheiro, tampouco com cartão. Ele paga com Sem Parar. Isso já se estende para milhares de estacionamentos de rua, que seguem na mesma quebra de conceito. O estacionamento recebe diretamente do Sem Parar, e não do banco, como era anteriormente quando se pagava com cartão de crédito ou débito.

Não pára por aí. Com essa mesma “tag” instalada no carro, agora os clientes da empresa podem abastecer nos postos de gasolina. A sistemática é a mesma. Quem paga o posto é o Sem Parar. Excluindo o agente banco emissor, dinheiro ou cheque do processo.

O Sem Parar já é o protagonista do “game changing” dos automóveis na desintermediação bancária.

Nubank

Apesar da parceria com a Mastercard e um banco emissor, o Nubank já coleta dados importantes quando o assunto é pagamento. O perfil de consumo de clientes, os índices de inadimplência e regularidade de compra do consumidor já podem ser analisados com muita precisão pela empresa.

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Contas abertas e cartões emitidos através de um app. (Foto: reprodução Nubank.com.br)

O que faz do Nubank um grande instrumento para analisar dados suficientes para uma possível independência, caso seja estratégico para a empresa. Se tornar um banco digital de fato, só pode estar na cabeça dos fundadores. A desintermediação financeira nesse caso, pode estar atrelada a uma possível mudança de foco do Nubank, em se tornar independente e fazer a própriao operação. Por se proporem a ser um banco digital, bitcoins já têm um grande fit com o negócio.

 

55 milhões de brasileiros não têm conta em banco

O número assusta, mas é real. 55 milhões de pessoas no Brasil não têm conta bancária. E isso reflete bem a situação regional onde 420 municípios no Brasil não têm agência bancária. Essas condições fazem do mercado de cartões pré-pagos, um verdadeiro oceano azul a ser explorado. A maioria desses profissionais (pedreiros, autônomos, donas de casa e diaristas) faz com que os bancos comecem a ir a favor do mercado e investir em iniciativas para emissão de pré-pagos. Apesar disso, as empresas de pré-pago não colhem louros ainda. O desafio é grande para entrar em áreas rurais, com distâncias desafiadoras de grandes capitais.

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Quase 60 milhões de brasileiros não têm conta em bancos. (Foto: reprodução Olhardireto.com)

É aí que a oportunidade se faz presente. Como resolver 55 milhões de problemas? Os bancos com certeza vão atuar, mas algumas iniciativas vão fazer frente a essa lacuna, inclusive com características de desintermediação bancária.

Os bancos (juntamente com o Banco Central do Brasil) vão publicar relatórios, normas e orientações sobre o risco dessas práticas de desintermediação bancária acontecerem. Aliás, risco será a palavra chave para as instituições financeiras combaterem as novas formas de pagamento e recebimento que surgirão. Alguns serão até categóricos, citando”crime” para tais inovações. Mas há uma nova ordem nas economias do mundo. Esse número de pessoas “sem banco”, são praticamente uma economia inteira a ser explorada, o que faz a oportunidade ser gigante.

Óbvio que bancos, controlando o dinheiro no mundo, terão vantagens muito maiores que a BlockBuster e as gravadoras de música tiveram, mas terão um trabalho interessante, para conter algumas iniciativas. Não dá para fechar os olhos para Apple, Samsung e Google, que vão com certeza bagunçar (de forma positiva) ainda mais, os negócios financeiros no mundo.

Conversando com alguns dos caras que mais entendem do negócio de pagamentos no Brasil, peguei alguns insights interessantes. O Tom da Konduto, lembrou que o Fairplace, comunidade brasileira de empréstimos P2P, fechou por pressões governamentais no final de 2010. “Aqui o buraco é mais embaixo.” Ele pontua duas formas de encarar os pontos do artigo: levantar dinheiro e fazer transações com o banco.

“Um são formas alternativas de levantar dinheiro, e o outro é como fazer transações sem envolver o banco. São questões diferentes de ‘encarar’ a desbancarização: a inclusão de pessoas na indústria e o bypass total da indústria.” Tom Canabarro.

Outro ponto citado por ele é o caso da m-Pesa na Nigéria, onde não há um banco envolvendo as transações, e sim, uma operadora de telefone, um celular e a loja.

Vem coisa boa por aí.

Abs, RD

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Fontes: Banco CentralOGlobo, Fernando Nogueira, Quartilho, Omie, Plancorp, FDUC, Bitinvest, Coindesk, The Economist, Folha.

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China pede que comerciantes parem de rejeitar dinheiro

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Desde julho de 2018, o banco central da China já lidou com 602 casos envolvendo estabelecimentos comerciais rejeitando pagamentos em dinheiro, de acordo com a Tech Asia.

O banco central da China começou a reprimir os comerciantes que se recusam a aceitar dinheiro (papel moeda), dizendo que ele prejudica os direitos do consumidor e o status legal e também alertou contra a “sobreposição” do conceito de uma sociedade sem dinheiro.

Entre os comerciantes que foram obrigados a aceitar dinheiro novamente, há o supermercado Hema da Alibaba. A cadeia de varejo permite que os compradores digitalizem mercadorias com seus smartphones para ver mais informações e pagar por suas compras com o aplicativo Hema. Seguindo o pedido do banco central, as lojas Hema começaram a aceitar dinheiro novamente.

Estima-se, segundo a TechinAsia, que na China mais de 30% das pessoas nascidas nos anos 50 estão tendo dificuldades em pagar em dinheiro.

São os consumidores ou empresas que ditam o comportamento/futuro dos produtos e serviços? Na China já dá para saber…

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O massacre das maquininhas de cartões (o fim do POS).

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Maquininhas de cartão de crédito terão pouco tempo de vida e agora começa o teste real dos adquirentes.

* Esse não é um post patrocinado. 

Existe obviamente, um movimento forte por mobilidade em pagamentos, mas nunca houve uma afronta às maquininhas das empresas consolidadas no mercado, pelo menos aqui no Brasil. Com a Rappi, iFood, Mercado Livre e cia, o jogo vai trazer novos competidores e isso é a certeza que podemos ter, da mudança.

Massacre adiante?

Eu estive ontem na loja da Ofner (Moema-SP) para tomar um café de R$5,00. Fui pagar no débito e me deparei com a foto abaixo do aplicativo Rappi no balcão de pagamento.

rappi pay

Parecia uma propaganda simples, mas eu parei a transação no plástico e pedi para pagar no Rappi Pay. Demorou exatos 30 segundos para que a transação fosse concluída. O aplicativo da Rappi já estava integrado ao sistema da NCR que gerencia o sistema frente-caixa da loja. E tudo fluiu de forma simples.

rappi pay brasil

Panetones com QR Code.

Eu literalmente me senti saindo de um carro do Uber há 6 anos atrás, quando fiquei com a ligeira sensação que meu cartão não tinha sido debitado, depois de uma corrida. Vem um massacre por aí, pelo que a história pôde nos ensinar. Vários pontos da cidade já tem o sistema da Rappi integrado, caso da padaria Benjamin.

Olha essa dupla, disputando um espaço de trilhões de dólares.

No final de tudo, fiquei muito decepcionado com a minha compra, porque só então descobri que, se eu tivesse gasto R$50,00 eu teria levado um panetone na faixa, oferecido pela Rappi.

Feliz natal.

 

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A Prisma, maior empresa de pagamento da Argentina, deve ser vendida.

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Não é só no Brasil que a guerra das maquininhas acontece.

A matéria do Brazil Journal descreve que a Advent (um dos maiores fundos do mundo) está prestes a fechar um acordo com a Prisma, uma das maiores empresas de pagamento da Argentina. O fundo quer comprar o controle acionário da adquirente, que tem como sócios, 14 bancos do país.

Foto: Reprodução Prisma.

O Governo Macri vem trabalhando forte na iniciativa de descentralizar o controle de grandes bancos no setor, abrindo o caminho para novos players. Por lá, as bandeiras ainda são aceitas apenas por alguns players. A Visa, por exemplo é aceita somente pela Prisma, já a Master é aceita pela First Data, que tem presença por lá também. À partir do ano que vem as bandeiras deverão ser aceitas por todas adquirentes.

O acordo deve chegar a U$1,4 bilhões.

 

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