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Meios de Pagamento

Grupo Garantia adquire fintech de pagamentos BestPay

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O Grupo Garantia, holding conhecida por acelerar o crescimento de startups disruptivas como DocWay, HelpRemédios e HubMoney, adquiriu 100% das quotas do capital social da BestPay, empresa brasileira de soluções de pagamentos (POS).

As tratativas, envolvendo o Grupo Garantia, a Hubmoney – empresa que também atua na área de meios de pagamento – e a BestPay já estavam em estágio avançado no final de 2017 e foram concluídas em janeiro de 2018. A aquisição tem como objetivo expandir a operação na América Latina, Europa e Estados Unidos. Com a aquisição, o mercado varejista ganhará uma solução completa omnichannel, experiência inédita no setor de meios de pagamento no Brasil. O novo conceito multiplataforma dará poder de decisão ao varejista, interação com a marca e garantirá geração de receitas adicionais, enquanto o consumidor final poderá desfrutar de uma experiência de compra mais estimulante.

O valor do negócio não foi divulgado.

[caption id="attachment_6724" align="alignnone" width="962"] Foto: BestPay[/caption]

De acordo com os gestores do Grupo Garantia, Marisa Seibel e Leon Sojfer Filho, as mudanças no modelo de negócio devem acontecer já nos próximos meses. Entre elas: vendas de máquinas POS, um novo portal do cliente e um novo aplicativo para facilitar a visualização das movimentações das contas de pagamento, com foco no relacionamento com pequenas e médias empresas. Para a BestPay, a aquisição é vantajosa, pois além de ganhar reforço em seu time de tecnologia e agregar ao plano de crescimento, a startup passará a oferecer novas soluções para os seus clientes, como a plataforma de meios de pagamento omnichannel da Seven Brasil, que vinha sendo desenvolvida antes mesmo de começarem as negociações do acordo de aquisição.

Por outro lado, o Grupo Garantia, que já tinha uma startup de meios de pagamento em seu portfólio, contará com o know-how de uma empresa que atua no mercado de pagamento desde 2015. Fonte: assessoria.

O ponto de encontro das fintechs e revolução financeira no país.

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Meios de Pagamento

Plataforma de cobrança recorrente Aria Systems recebe U$30M de investimentos.

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A plataforma de cobrança recorrente americana, Aria Systems, anunciou a rodada de U$30M de investimentos.

O foco da empresa será investir o capital em crescimento forte no próximo ano. Concorrente direta da Zuora, a Aria atende médias e grandes empresas pelo mundo, que usam sua solução para automatizar cobranças.

A empresa, que foi fundada em 2003, na Califórnia, já recebeu cerca de U$150 milhões de investimentos e tem clientes como Experian, Philips, Audi entre outros cases que vendem no modelo de assinaturas.

São fortes no mercado editorial americano, atendendo alguns dos principais grupos de mídia impressa e digital.

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Meios de Pagamento

Fintech Chargify adquire plataforma de reconhecimento de venda

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A fintech americana Chargify adquiriu na semana passada a ProRata, uma startup que ajuda em relatórios de reconhecimento de receita e análise de faturamento.

A ProRata, fundada em 2014, em Atlanta, é uma empresa que ajuda na conciliação de receitas provenientes de empresas com modelos recorrentes. Esse é o casamento perfeito para empresas de software no mercado americano, que depois de mudanças na lei de impostos por lá, o reconhecimento e comprovação de receita se tornou grande desafio. Desde 2017, para estarem em acordo com a receita federal americana (IRS), as empresas precisam estar aderentes com as normas ASC 606, que regulamenta a questão fiscal de empresas de tecnologia.

A união das soluções Chargify + ProRata pode ser muito bem comparadas por aqui no Brasil, como cobrança + conciliação dos recebíveis (que sistemas de conciliação fazem).

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Meios de Pagamento

Pagamentos recorrentes vão atingir R$1,8 trilhões em 2021.

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Chegou a hora da Economia da Recorrência, segundo relatório de consultoria americana Research and Markets.

O relatório, publicado nessa semana, prevê que as transações recorrentes, processadas em cartões de débito e crédito nos Estados Unidos, atingirão U$ 473 bilhões até 2021. Cerca de R$1,8 trilhões! Uma transação de cartão recorrente é aquela em que as credenciais de pagamento são armazenadas com um comerciante/provedor para uso futuro. Isso existe para permitir pagamentos recorrentes de faturas, facilidade no checkout rápido em um site/app ou pagar por uma assinatura, planos e mensalidades.

O relatório, nomeado de “Mercado Americano de Pagamentos Recorrentes 2017-2021”, prevê uma aceleração nesse tipo de processamento para os próximos anos.

Só a Amazon, processou cerca de U$7 bilhões de cobranças recorrentes do seu Amazon Prime, serviço de assinatura exclusivo da empresa. E isso é um dos principais ativos da empresa, que espera crescer 50% no serviço no próximo ano. Esse tipo de solução de cobrança (também chamado de pagamentos recorrentes) é essencial para serviços como software (SaaS), serviços de streaming, clubes de assinatura e toda empresa que possui um modelo de cobrança recorrente na venda. Apesar do relatório ser um grande instrumento para analisar mercado americano, dá um bom gosto do que podemos ver em outros mercados.

A Economia da Recorrência na mira de Wall Street

No nosso estudo “A economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar” (clique para ler), fizemos bastante pesquisas para analisar essa realidade das empresas SaaS e assinaturas no mundo e no Brasil. Esse estudo até aqui, é o maior já feito sobre a Economia da Recorrência no mundo.

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Relatório da Vindi contempla dados exclusivos de empresas do modelo. (Fonte: Vindi)

O próprio desempenho do IPO do Zuora, deu esse sinal para o mercado. Chegou a hora das recorrentes na bolsa. Docusign, Spotify, Survey Monkey e Dropbox abriram capital nos últimos meses e as ações estão indo muito bem, colocando as recorrentes na mira de Wall Street. Cases como a MoviePass e a Adobe também foram amplamente cobertos pelo relatório.

“Os compradores gostam da conveniência de inserir suas informações de conta apenas uma vez. E os comerciantes apreciam a conectividade que atingem com seus clientes quando transações recorrentes são usadas, assim como o fluxo de caixa consistente, que elas criam nessa modalidade. Da mesma forma, os emissores gostam do volume de transações que as recorrentes criam quando os cartões são usados”, comenta um co-autor do relatório.

Os pagamentos recorrentes on-line ou por celular estão crescendo numa frequência grande e está ficando complexo acompanhar a evolução dos tipos de negócios que estão sendo criados, segundo relatório da Research and Markets.

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Adobe é um fenômeno que catapultou os resultados da empresa. (Foto: Livro Recorrência)

Realidades fortes como IOT (internet of things) já usam esse tipo de solução e só tenderá a crescer, mesmo com o impacto grande da GDPR chegando por aí. Compra com um clique também é uma necessidade grande desse tipo de negócio. Grandes varejistas precisarão ter um parceiro importante (PCI Compliance) para viabilizar a melhor experiência do cliente nisso.

Acesse o relatório exclusivo.

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