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Meios de Pagamento

IBM compra fintech

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A IBM adquiriu a empresa de fintech Armanta, uma fornecedora de software de agregação e análise para empresas de serviços financeiros.

A firma Morristown, NJ, se tornará parte do portfólio da Watson Financial Services da IBM e fortalecerá os serviços de análise de risco financeiro do comprador. A IBM, que concluiu e anunciou o acordo na quinta-feira, não informou quanto pagou pelo Armanta.

A plataforma de tecnologia da Armanta permite que as instituições financeiras agreguem rapidamente dados em vários sistemas. As empresas financeiras usam este serviço para melhorar a tomada de decisões, conformidade regulatória e outras funções, disse a IBM em um post no blog quinta-feira. O Armanta também exibe análises complexas em formatos legíveis e permite que os usuários executem cenários hipotéticos diferentes em um ambiente seguro.

Nos últimos dois anos, a Armanta e a IBM trabalharam juntas para oferecer soluções de risco financeiro para os clientes”, disse o post do blog.

“A combinação da tecnologia e expertise da IBM e da Armanta permitiu à IBM oferecer novas ofertas que já foram adotadas no mercado. A tecnologia Armanta não apenas melhorou nossas soluções existentes, mas também permitiu que a IBM desenvolvesse rapidamente novas ofertas para os clientes ”.

A mudança é a mais recente no aumento do investimento da IBM em soluções de tecnologia de serviços financeiros. No ano passado, estabeleceu uma rede de computação quântica para ajudar as empresas financeiras a avaliar o gerenciamento de riscos.

O JPMorgan Chase e o Barclays estão entre os membros fundadores da rede, procurando usar os sistemas de computação quântica da IBM para negociação, otimização de portfólio, precificação de ativos e análise de risco, entre outras coisas.

“Com essa aquisição, a IBM ajudará os clientes a integrar ainda mais suas práticas de gerenciamento de risco com outras funções de front-office ou back-office, além de estabelecer um conjunto comum de dados, análises e relatórios para consistência corporativa”, disse o blog.

Responsável pela comunicação e eventos do portal fintechs.com.br. Sou designer apaixonado por marketing, mordido pela publicidade e produtos digitais, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.

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Meios de Pagamento

China pede que comerciantes parem de rejeitar dinheiro

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china

Desde julho de 2018, o banco central da China já lidou com 602 casos envolvendo estabelecimentos comerciais rejeitando pagamentos em dinheiro, de acordo com a Tech Asia.

O banco central da China começou a reprimir os comerciantes que se recusam a aceitar dinheiro (papel moeda), dizendo que ele prejudica os direitos do consumidor e o status legal e também alertou contra a “sobreposição” do conceito de uma sociedade sem dinheiro.

Entre os comerciantes que foram obrigados a aceitar dinheiro novamente, há o supermercado Hema da Alibaba. A cadeia de varejo permite que os compradores digitalizem mercadorias com seus smartphones para ver mais informações e pagar por suas compras com o aplicativo Hema. Seguindo o pedido do banco central, as lojas Hema começaram a aceitar dinheiro novamente.

Estima-se, segundo a TechinAsia, que na China mais de 30% das pessoas nascidas nos anos 50 estão tendo dificuldades em pagar em dinheiro.

São os consumidores ou empresas que ditam o comportamento/futuro dos produtos e serviços? Na China já dá para saber…

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O massacre das maquininhas de cartões (o fim do POS).

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pos maquininhas

Maquininhas de cartão de crédito terão pouco tempo de vida e agora começa o teste real dos adquirentes.

* Esse não é um post patrocinado. 

Existe obviamente, um movimento forte por mobilidade em pagamentos, mas nunca houve uma afronta às maquininhas das empresas consolidadas no mercado, pelo menos aqui no Brasil. Com a Rappi, iFood, Mercado Livre e cia, o jogo vai trazer novos competidores e isso é a certeza que podemos ter, da mudança.

Massacre adiante?

Eu estive ontem na loja da Ofner (Moema-SP) para tomar um café de R$5,00. Fui pagar no débito e me deparei com a foto abaixo do aplicativo Rappi no balcão de pagamento.

rappi pay

Parecia uma propaganda simples, mas eu parei a transação no plástico e pedi para pagar no Rappi Pay. Demorou exatos 30 segundos para que a transação fosse concluída. O aplicativo da Rappi já estava integrado ao sistema da NCR que gerencia o sistema frente-caixa da loja. E tudo fluiu de forma simples.

rappi pay brasil

Panetones com QR Code.

Eu literalmente me senti saindo de um carro do Uber há 6 anos atrás, quando fiquei com a ligeira sensação que meu cartão não tinha sido debitado, depois de uma corrida. Vem um massacre por aí, pelo que a história pôde nos ensinar. Vários pontos da cidade já tem o sistema da Rappi integrado, caso da padaria Benjamin.

Olha essa dupla, disputando um espaço de trilhões de dólares.

No final de tudo, fiquei muito decepcionado com a minha compra, porque só então descobri que, se eu tivesse gasto R$50,00 eu teria levado um panetone na faixa, oferecido pela Rappi.

Feliz natal.

 

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Meios de Pagamento

A Prisma, maior empresa de pagamento da Argentina, deve ser vendida.

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prisma meios de pagamento

Não é só no Brasil que a guerra das maquininhas acontece.

A matéria do Brazil Journal descreve que a Advent (um dos maiores fundos do mundo) está prestes a fechar um acordo com a Prisma, uma das maiores empresas de pagamento da Argentina. O fundo quer comprar o controle acionário da adquirente, que tem como sócios, 14 bancos do país.

Foto: Reprodução Prisma.

O Governo Macri vem trabalhando forte na iniciativa de descentralizar o controle de grandes bancos no setor, abrindo o caminho para novos players. Por lá, as bandeiras ainda são aceitas apenas por alguns players. A Visa, por exemplo é aceita somente pela Prisma, já a Master é aceita pela First Data, que tem presença por lá também. À partir do ano que vem as bandeiras deverão ser aceitas por todas adquirentes.

O acordo deve chegar a U$1,4 bilhões.

 

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