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Meios de Pagamento

Novo sub-adquirente (e adquirente) de pagamentos na área!

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Duas estréias previstas para começar as operações ainda em 2016, podem movimentar um pouco o mercado no país. Ainda nesse ano, a estréia do Stripe, muito aguardada pela comunidade de developers no país, pode não ser a principal novidade que vamos ver. Isso sem contar os rumores de possíveis novos adquirentes como PagSeguro, WorldPay e Adyen.Tudo indica que o mercado está aberto mesmo, mas por quê?

Seguindo os passos normais do ecossistema que se criou com a abertura do mercado de adquirência, o Banco Safra planeja lançar em breve o seu próprio adquirente. O que se sabe é que já existe uma equipe capitaneando e afinando os detalhes para apoiar o banco no processamento de cartões. Para o banco, é primordial ter um serviço como esse, já que a desde sua existência o Safra tem foco em crédito para empresas. Mas o que isso tem a ver?

O novo adquirente

A aquisição da Getnet pelo Santander, impulsionou a adquirente fundada no Rio Grande do Sul, a 9% de market share do mercado de adquirência no país. E isso não é coisa simples, por conta da hegemonia Bradesco-Itau (Cielo-Rede). Isso também “abriu a porteira” para que novos players planejassem sua estréia. O que de fato foi decisivo para se criar a dominância de Cielo e Rede, e o avanço da Getnet, foi exatamente um banco de varejo, com um exército de gerentes comerciais distribuindo os produtos do banco e as maquinetas de forma conjunta.

banco safra

Foto (Reprodução Banco Safra)

Ter um banco de varejo por trás, é de fato, a principal máquina que um adquirente precisa para crescer. E isso o Banco Safra sabe bem. Além de já nascer com grande potencial de carteira, ter um adquirente pode solucionar bastante coisa nesse ano, principalmente para conceder crédito às empresas.

O novo sub-adquirente Clickpag (é da Rede)

A Cielo tentou emplacar a Stelo, que ainda está precisando validar sua entrada no mercado de facilitadores. A Stone usa o motor da startup Pagar.me para ser o motor de crescimento de pequenos negócios no grupo. E adivinha quem vai estrear um novo negócio, mesmo depois de erros e acertos em aquisições no mercado de pagamentos? A Rede.

A Rede, que consolidou toda operação dentro do Itau, teve um aprendizado bem duro ao comprar a solução Datacash (que foi descontinuada ano passado). A solução não vingou no Brasil, e milhões de reais foram literalmente “minados” para esse aprendizado. Pós Datacash, a Rede foi lá e adquiriu a maxiPago!, gateway tradicional brasileiro, para minimizar o tempo perdido e ter um motor de crescimento no e-commerce. A incorporação do Itau, o Datacash, entre outros desafios, como concorrência por exemplo, tomaram um tempo valioso da Rede, e o e-commerce por exemplo, foi praticamente esquecido. Isso fez a empresas estudar a entrada no mercado de facilitadores no mercado brasileiro.

Antes disso, trouxe pessoas chave para criar seu subadquirente, a Clickpag Rede. Desde Março de 2015, o negócio está em desenvolvimento. O ponto crucial do projeto foi contratar o engenheiro de sistemas Henrique Lima, que já havia construído os sistemas “parrudos” de Akatus e Moip. A revolução da Rede começou nesse momento. A equipe de e-commerce por exemplo, eram 5 pessoas na época, agora já passam de dezenas.

clickpagrede

A solução ClickPag Rede ainda está em teste, mas já está aceitando cadastros para os compradores. Por enquanto, o cadastro de vendedores está fechado. A estratégia da empresa vai ser multicanal e ouve essa: os clientes do Itau terá seus cartões cadastrados automaticamente na carteira virtual da solução.

Com a força do Itau, a distribuição da Rede, a Clickpag nasce grande.

 

O ponto de encontro das fintechs e revolução financeira no país.