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Meios de Pagamento

Phoebus é pioneira no segmento de transações comerciais

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A Phoebus já passou da maioridade. E oferece com uma ampla gama de serviços focados na captura e processamento de transações comerciais, além de soluções voltadas para o TEF dedicado.

Fundada em 1997, dentro de uma incubadora de pesquisas da Universidade Federal da Paraíba, já nasceu pioneira ao desenvolver o primeiro sistema de pagamentos de contas via terminais POS para uma das maiores e mais tradicionais instituições financeiras nacionais, o Banco do Brasil. Foi também a primeira a garantir a possibilidade de fazer recarga de celular via terminal POS, e a permitir que as concessionárias de serviços públicos pudessem oferecer facilidades extras para seus clientes, como segundas-vias, religação, desbloqueio, e pagamento de débitos e sem boletos.

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Foto: Reprodução Phoebus

Com esse currículo, é de se esperar que os serviços oferecidos pela Phoebus sejam não só de alta qualidade, mas também antenados com a última palavra em tecnologia voltada para transações comerciais.

Phoebus tem amplo portfólio em captura e processamento de informações

Na área de captura e processamento de informações, a Phoebus conta com uma Plataforma de Multiserviços baseada em softwares especializados. Desta forma, ela consegue oferecer os seguintes serviços de processamento, entre outros:

  • Gerenciamento de redes de captura
  • Network Operational Center 24 x 7 x 365
  • SLA aderente ao cliente
  • Gestão de infraestrutura

Em termos de mercados, além de concessionárias de serviços públicos, correspondentes bancários e recarga de produtos pré-pagos, a empresa também atua junto aos seguintes setores:

  • Redes Adquirentes: crédito, débito e TEF dedicado
  • Bandeiras de cartão: convênio, frota e Private Label
  • Fidelidade: acúmulo de pontos, resgate de promoções, saldo e extrato

Sistema de TEF dedicado pode ser integrado à automação comercial

A Phoebus conta ainda com um sistema TEF dedicado que permite que qualquer estabelecimento comercial  possa aceitar os principais cartões de crédito e de débito disponíveis no mercado usando apenas uma conexão à internet ou um link X.25.

A solução da empresa agrega ainda um serviço de consulta a cheques e a possibilidade de oferecer recarga de celular, podendo ser também integrado pela Phoebus ao sistema de automação comercial do cliente. Além disso, é possível  incluir mais de uma loja ou check-out e terceirizar toda a infraestrutura de conexão e gateway com as adquirentes e bandeiras.

O sistema de TEF dedicado da Phoebus tem portabilidade garantida entre sistemas que suportam tecnologia Java e são entregues com ampla documentação, com direito a simuladores. A empresa acompanha todo o processo de integração e de homologação de parceiros, e oferece suporte técnico 24 x 7 via telefone ou Skype.

O cliente também pode optar por incluir os serviços extras de datacenter primário e secundário e de conciliação transacional com as adquirentes.

Phoebus conta com diversas certificações de nível internacional

Os serviços e produtos da Phoebus contam com diversas certificações de nível internacional. O seu sistema de TEF dedicado, por exemplo, foi certificado pelas principais adquirentes brasileiras, seguindo as regras do PA-DSS.

A Phoebus foi também a primeira empresa brasileira do segmento de software a receber o CMMI nível 2, modelo internacional de qualidade. Sua equipe de projetos é certificada pelo Project Management Institute, e a empresa conta ainda com o certificado MPS.BR nível F.

Luciana é uma jornalista radicada em Dublin na Irlanda. Redatora, já foi Relações Públicas do Estado da Bahia. É uma das melhores jornalistas de finanças do país.

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Meios de Pagamento

Stripe lidera investimento em fintech de pagamentos

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stripe investimento

Stripe com fome: 7ª aquisição em 4 anos.

A empresa, que já vale U$22 bilhões, liderou o investimento na fintech londrina Rapyd. Focada numa solução completa de APIs para infraestrutura de pagamentos, a Rapyd permite que empresas criem carteiras digitais, integrações all-in-one, conciliação financeira, pagamentos cross-border e transferências online através de uma plataforma única. Por lá, os ingleses apelidaram o modelo de fintech-as-a-service (FaaS).

Financeiras, softwares de gestão, ERPs e até outras fintechs, usam a Rapyd para entrar em negócios financeiros de uma forma acelerada. Além disso, a solução da empresa permite a transação em 65 moedas, em 170 países diferentes.

O investimento de U$40 milhões, liderado em conjunto com a General Catalyst é o 7º investimento/aquisição do Stripe – que já adquiriu plataformas de B.I, saas, antifraude e até um portal de notícias, o Indie Hackers.

Os fundadores da Rapyd são israelenses.

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Meios de Pagamento

ACI Worldwide adquire duas fintechs de uma vez

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aci worldwide

A ACI Worldwide anunciou a compra da TranSend e da RevChip, de uma só vez.

A aquisição das duas empresas foi motivada para impulsionar sua oferta de pagamentos online, especialmente em negócios omni-channels e na distribuição de softwares do varejo offline. A ACI informou que o principal foco será o acesso a terminais físicos (PDVs).

Sanjay Gupta, VP da ACI Worldwide diz: “Os poderosos recursos de tecnologia que estamos anunciando hoje permitem que a ACI ofereça aos comerciantes uma experiência inigualável de pagamento digital na loja da próxima geração. Estamos entusiasmados por dar as boas-vindas às equipes RevChip e TranSend, com quem já temos uma parceria bem-sucedida, para a família ACI para obter mais sucesso.”

Parceria boa dá nisso.

Fonte: ACI.

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Meios de Pagamento

De assinaturas a doações, a Vindi entrega autonomia e poder aos negócios recorrentes

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Fundada em 2013 em São Paulo, a Vindi atende milhares de clientes de diferentes setores. Mas são as de modelos recorrentes que disputam espaço dentro dessa fintech.

Desejada por grandes empresas (em busca de desligamento de softwares legados) e por startups em alto crescimento, a Vindi lidera o que chamam de “Economia da Recorrência“, termo utilizado para ilustrar o mercado de assinaturas no mundo.

Combinando um software de alta escala a um meio de pagamento próprio, construíram uma plataforma de pagamentos num nível mundial em termos de tecnologia. Ano passado a Vindi processou R$1,7 bilhões e a previsão é chegar a R$3 bi nesse ano. O benchmark americano da empresa nos EUA é a gigante Zuora, que abriu capital no ano passado. A empresa lançou no ano passado um dos maiores estudos sobre essa nova economia, leia o report aqui.

A empresa nasceu num ambiente altamente tecnológico (e já agressivo), o que possibilitou nascer num modelo diferente das empresas financeiras (e de pagamento) de outras épocas. “Isso permitiu entrar diferente no jogo”, afirma o fundador da empresa, Rodrigo Dantas.

De assinaturas a doações, a Vindi dá poder às recorrentes

O grande fator que levou empresas como Whirlpool (assinatura de água), Igreja Universal (doação) Smartfit (planos), Resultados Digitais (billing), HDI (seguros), WiseUp (educação), Palmeiras (sócio torcedor) e Multiplus (e-commerce) a confiarem nessa empresa de apenas 5 anos de existência, foi exatamente o foco em tecnologia de meios de pagamento. Especialmente nas demandas das “recorrentes”.

“Os maiores cases recorrentes e de alto crescimento estão com a gente”, afirma Dantas, CEO da empresa.

vindi rodrigo dantas

“Nascemos como empresa, numa era diferente, isso impacta claramente com lançamos nossa plataforma no mercado e como atendemos nosso cliente”. Rodrigo Dantas, Vindi. Foto: Thomson Reuters

Com 100 colaboradores, a sede na Vila Mariana, abriga um misto de engenheiros de software e pessoas de negócio que atendem mais de 4.000 empresas de diversos segmentos. Porém são as de modelos recorrentes (planos, doações e assinaturas) que procuram a empresa com muita vontade de dar eficiência à parte mais sensível de um negócio que cresce muito: o recebimento.

A empresa tem investimento do Criatec2, fundo de capital de risco gerido pela Bozano Investimentos e vem navegando na transformação digital que empresas têm passado nos últimos tempos. Especialmente, na “morte iminente dos gateways de pagamento”, citou o fundador da empresa, num evento da Thomson Reuters, ano passado.

Transformação digital é isso.

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