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Meios de Pagamento

Pop Recarga e IDwall são vencedoras do Demoday Fintech do Innovation Pay

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A disputa foi acirrada, mas no final, duas fintechs levaram o cheque de R$3 mil reais no Demoday Fintech do Innovation Pay. Inaugurando uma nova forma e formato para eventos de tecnologia, a gente preparou algo muito bacana, que culminou num dos pontos máximos do Innovation Pay, realizado na última sexta-feira em São Paulo.

O Demoday Fintech, realizado em pleno evento, deixou os presentes “literalmente chocados”, com o que a gente chama de inovação.

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Uma votação diferente: a lasers. Foto: Innovation Pay

As apresentações foram comandadas pelo especialista em fintechs, José Prado, do Conexão Fintech. As startups IDwall, Bit.One, Tá Pago, Aceita Fácil, Moneto e Pop Recarga subiram no palco para uma apresentação de 5 minutos, com direito a responder 3 perguntas do público.

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O show das fintechs foi comandado, da esq p/ direita por: Arruda (Moneto), Lincoln (IDwall), Claudio (Aceita Fácil), Vinicius (Tá Pago), Thiago (Bit.One) e Julio (Pop Recarga). Foto: Vinicius Amorim

Ao final das apresentações, uma votação em tempo real foi disponibilizada para os participantes do evento escolherem a fintech de maior impacto no Innovation Pay. Foi aí que um entrave se deu entre duas startups: Pop Recarga (pré-pago mobile focado nos desbancarizados) e IDwall (plataforma de prevenção a fraudes e identificação de usuários).

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Lincoln Ando (IDwall) e Julio Figueiredo (Pop Recarga). O público escolheu as duas fintechs! Foto: Inquietos S/A

Depois de uma série de empates, a organização decidiu premiar as duas startups, já que a platéia votava igualmente nas duas. Um dos pontos altos do evento, o Demoday Fintech trouxe a nova cara do segmento para 400 pessoas presentes.

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Meios de Pagamento

Stripe lidera investimento em fintech de pagamentos

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Stripe com fome: 7ª aquisição em 4 anos.

A empresa, que já vale U$22 bilhões, liderou o investimento na fintech londrina Rapyd. Focada numa solução completa de APIs para infraestrutura de pagamentos, a Rapyd permite que empresas criem carteiras digitais, integrações all-in-one, conciliação financeira, pagamentos cross-border e transferências online através de uma plataforma única. Por lá, os ingleses apelidaram o modelo de fintech-as-a-service (FaaS).

Financeiras, softwares de gestão, ERPs e até outras fintechs, usam a Rapyd para entrar em negócios financeiros de uma forma acelerada. Além disso, a solução da empresa permite a transação em 65 moedas, em 170 países diferentes.

O investimento de U$40 milhões, liderado em conjunto com a General Catalyst é o 7º investimento/aquisição do Stripe – que já adquiriu plataformas de B.I, saas, antifraude e até um portal de notícias, o Indie Hackers.

Os fundadores da Rapyd são israelenses.

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Meios de Pagamento

ACI Worldwide adquire duas fintechs de uma vez

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A ACI Worldwide anunciou a compra da TranSend e da RevChip, de uma só vez.

A aquisição das duas empresas foi motivada para impulsionar sua oferta de pagamentos online, especialmente em negócios omni-channels e na distribuição de softwares do varejo offline. A ACI informou que o principal foco será o acesso a terminais físicos (PDVs).

Sanjay Gupta, VP da ACI Worldwide diz: “Os poderosos recursos de tecnologia que estamos anunciando hoje permitem que a ACI ofereça aos comerciantes uma experiência inigualável de pagamento digital na loja da próxima geração. Estamos entusiasmados por dar as boas-vindas às equipes RevChip e TranSend, com quem já temos uma parceria bem-sucedida, para a família ACI para obter mais sucesso.”

Parceria boa dá nisso.

Fonte: ACI.

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Meios de Pagamento

De assinaturas a doações, a Vindi entrega autonomia e poder aos negócios recorrentes

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Fundada em 2013 em São Paulo, a Vindi atende milhares de clientes de diferentes setores. Mas são as de modelos recorrentes que disputam espaço dentro dessa fintech.

Desejada por grandes empresas (em busca de desligamento de softwares legados) e por startups em alto crescimento, a Vindi lidera o que chamam de “Economia da Recorrência“, termo utilizado para ilustrar o mercado de assinaturas no mundo.

Combinando um software de alta escala a um meio de pagamento próprio, construíram uma plataforma de pagamentos num nível mundial em termos de tecnologia. Ano passado a Vindi processou R$1,7 bilhões e a previsão é chegar a R$3 bi nesse ano. O benchmark americano da empresa nos EUA é a gigante Zuora, que abriu capital no ano passado. A empresa lançou no ano passado um dos maiores estudos sobre essa nova economia, leia o report aqui.

A empresa nasceu num ambiente altamente tecnológico (e já agressivo), o que possibilitou nascer num modelo diferente das empresas financeiras (e de pagamento) de outras épocas. “Isso permitiu entrar diferente no jogo”, afirma o fundador da empresa, Rodrigo Dantas.

De assinaturas a doações, a Vindi dá poder às recorrentes

O grande fator que levou empresas como Whirlpool (assinatura de água), Igreja Universal (doação) Smartfit (planos), Resultados Digitais (billing), HDI (seguros), WiseUp (educação), Palmeiras (sócio torcedor) e Multiplus (e-commerce) a confiarem nessa empresa de apenas 5 anos de existência, foi exatamente o foco em tecnologia de meios de pagamento. Especialmente nas demandas das “recorrentes”.

“Os maiores cases recorrentes e de alto crescimento estão com a gente”, afirma Dantas, CEO da empresa.

vindi rodrigo dantas

“Nascemos como empresa, numa era diferente, isso impacta claramente com lançamos nossa plataforma no mercado e como atendemos nosso cliente”. Rodrigo Dantas, Vindi. Foto: Thomson Reuters

Com 100 colaboradores, a sede na Vila Mariana, abriga um misto de engenheiros de software e pessoas de negócio que atendem mais de 4.000 empresas de diversos segmentos. Porém são as de modelos recorrentes (planos, doações e assinaturas) que procuram a empresa com muita vontade de dar eficiência à parte mais sensível de um negócio que cresce muito: o recebimento.

A empresa tem investimento do Criatec2, fundo de capital de risco gerido pela Bozano Investimentos e vem navegando na transformação digital que empresas têm passado nos últimos tempos. Especialmente, na “morte iminente dos gateways de pagamento”, citou o fundador da empresa, num evento da Thomson Reuters, ano passado.

Transformação digital é isso.

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