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Meios de Pagamento

As 10 novas empresas de pagamentos que agitam o mercado

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O mercado fintech está pegando fogo no mundo, e não é diferente no Brasil. Algumas empresas que vão ganhando espaço no mercado de pagamentos no Brasil, não têm nem 3 anos de vida. Algumas já brigam inclusive com gigantes que já estavam no ecossistema há décadas.

Elaboramos uma lista com base na opinião do mercado e de profissionais do ramo, e chegamos a uma lista de 10 empresas (novas) que podem ditar as regras no mercado de pagamentos por aqui. Veja a lista.

Stone

A Stone é de fato a de maior peso, pelo pouco tempo de vida e rápido impacto que causou no segmento dos adquirentes brasileiros. Com uma atuação forte em tecnologia e internet, essa nova adquirente propõe uma nova roupagem nos meios de pagamentos brasileiros.

Cloudwalk

A startup que resolve as conexões de adquirentes, gateways, PSPs e softwares, com uma plataforma integrada em mais de 10 aplicações de hardwares no mundo. É o POS (point of sales) 3.0. Com tantos softwares nascendo nesse segmento, é legal ver uma empresa resolvendo com alta tecnologia a demanda forte de hardware, e com pensamento global.

 Konduto

Apesar de não ser uma provedora de pagamentos, e sim um sistema antifraude que apóia os meios de pagamento, a Konduto está fazendo um estrago (no bom sentido) no mercado de pagamentos, que estava acostumado até pouco tempo, com uma gestão de risco unificada em dados. A Konduto é inteligência artificial em pagamentos! Você precisa conhecer.

Pagar.me

Com foco em design, o Pagar.me é um PSP elegante. Debaixo da Arpex, colada na Stone e Mundipagg, a empresa já é o motor de pagamento do grupo para o mercado de sub-adquirência. Os checkouts desenvolvidos pela startup dão gosto de ver. Além disso, a empresa vem ganhando espaço no próprio universo das startups brasileiras, que usam suas soluções.

Iugu

Focada em pequenos negócios, a Iugu é um sub-adquirente com pouco tempo de vida, mas com boa expressão. Com foco em “startups”,  a empresa tem mais de 600 novas empresas que usam suas soluções de pagamento, antecipação de recebíveis e métricas para controlar vendas online.

Ebanx

Já falamos da Ebanx por aqui, porém vale ressaltar que uma empresa que atende clientes como Aliexpress, Sony entre outros gigantes no Brasil, merece no mínimo, mais que um destaque. Ainda mais se tratando de um ambiente sensível (que é o de pagamentos), onde confiança é um dos principais pilares. A Ebanx é forte.

Vindi

Plataforma focada em serviços, especialmente em clientes com recorrência no modelo de venda, a Vindi atende grande parte dos e-commerces de assinaturas de sucesso, grandes redes varejistas, serviços e produtos digitais. Fundada em 2013, a empresa tem uma integração robusta com todos adquirentes, bancos e provedores de soluções financeiras. Já é uma das “grandes” das novas para receber pagamentos online.

Stelo

Fácil falar da Stelo, por conta do braço colado na Cielo, que é a maior empresa de pagamentos do país. Mas a Stelo já nasce com um potencial absurdo por conta da carteira, é óbvio e pela distribuição (BB e Bradesco) que já têm no mercado. A intenção de Cielo, BB e Bradesco, é que a Stelo tenha 4 milhões de usuários em 2016. Para incomodar Pagseguro, Paypal e Moip.

Pop Recarga

Funcionando como uma bandeira, o Pop Recarga é uma das mais legais e promissoras. Uma iniciativa da Take.net, a Pop, pode se tornar uma grande empresa em pouco tempo, já que mais de 100 mil estabelecimentos estão prontos para fazer recarga de celular pré-pago, onde a empresa pode entrar com sua solução de pagamento.

Pagpop

O mobile payment é bem representado por aqui também. Um dos nomes mais expressivos para pagamentos móveis é a Pagpop, que foi fundada em 2006, mas já desponta na liderança desse modelo, com 35 mil clientes ativos. A empresa que foi acelerada pela 21212, já recebeu aporte da Intel.

Você pode não entender como, mas parte importante do PIB brasileiro passa por dentro dessas soluções. 

 

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Plataforma de cobrança recorrente Aria Systems recebe U$30M de investimentos.

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A plataforma de cobrança recorrente americana, Aria Systems, anunciou a rodada de U$30M de investimentos.

O foco da empresa será investir o capital em crescimento forte no próximo ano. Concorrente direta da Zuora, a Aria atende médias e grandes empresas pelo mundo, que usam sua solução para automatizar cobranças.

A empresa, que foi fundada em 2003, na Califórnia, já recebeu cerca de U$150 milhões de investimentos e tem clientes como Experian, Philips, Audi entre outros cases que vendem no modelo de assinaturas.

São fortes no mercado editorial americano, atendendo alguns dos principais grupos de mídia impressa e digital.

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Fintech Chargify adquire plataforma de reconhecimento de venda

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A fintech americana Chargify adquiriu na semana passada a ProRata, uma startup que ajuda em relatórios de reconhecimento de receita e análise de faturamento.

A ProRata, fundada em 2014, em Atlanta, é uma empresa que ajuda na conciliação de receitas provenientes de empresas com modelos recorrentes. Esse é o casamento perfeito para empresas de software no mercado americano, que depois de mudanças na lei de impostos por lá, o reconhecimento e comprovação de receita se tornou grande desafio. Desde 2017, para estarem em acordo com a receita federal americana (IRS), as empresas precisam estar aderentes com as normas ASC 606, que regulamenta a questão fiscal de empresas de tecnologia.

A união das soluções Chargify + ProRata pode ser muito bem comparadas por aqui no Brasil, como cobrança + conciliação dos recebíveis (que sistemas de conciliação fazem).

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Pagamentos recorrentes vão atingir R$1,8 trilhões em 2021.

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Chegou a hora da Economia da Recorrência, segundo relatório de consultoria americana Research and Markets.

O relatório, publicado nessa semana, prevê que as transações recorrentes, processadas em cartões de débito e crédito nos Estados Unidos, atingirão U$ 473 bilhões até 2021. Cerca de R$1,8 trilhões! Uma transação de cartão recorrente é aquela em que as credenciais de pagamento são armazenadas com um comerciante/provedor para uso futuro. Isso existe para permitir pagamentos recorrentes de faturas, facilidade no checkout rápido em um site/app ou pagar por uma assinatura, planos e mensalidades.

O relatório, nomeado de “Mercado Americano de Pagamentos Recorrentes 2017-2021”, prevê uma aceleração nesse tipo de processamento para os próximos anos.

Só a Amazon, processou cerca de U$7 bilhões de cobranças recorrentes do seu Amazon Prime, serviço de assinatura exclusivo da empresa. E isso é um dos principais ativos da empresa, que espera crescer 50% no serviço no próximo ano. Esse tipo de solução de cobrança (também chamado de pagamentos recorrentes) é essencial para serviços como software (SaaS), serviços de streaming, clubes de assinatura e toda empresa que possui um modelo de cobrança recorrente na venda. Apesar do relatório ser um grande instrumento para analisar mercado americano, dá um bom gosto do que podemos ver em outros mercados.

A Economia da Recorrência na mira de Wall Street

No nosso estudo “A economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar” (clique para ler), fizemos bastante pesquisas para analisar essa realidade das empresas SaaS e assinaturas no mundo e no Brasil. Esse estudo até aqui, é o maior já feito sobre a Economia da Recorrência no mundo.

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Relatório da Vindi contempla dados exclusivos de empresas do modelo. (Fonte: Vindi)

O próprio desempenho do IPO do Zuora, deu esse sinal para o mercado. Chegou a hora das recorrentes na bolsa. Docusign, Spotify, Survey Monkey e Dropbox abriram capital nos últimos meses e as ações estão indo muito bem, colocando as recorrentes na mira de Wall Street. Cases como a MoviePass e a Adobe também foram amplamente cobertos pelo relatório.

“Os compradores gostam da conveniência de inserir suas informações de conta apenas uma vez. E os comerciantes apreciam a conectividade que atingem com seus clientes quando transações recorrentes são usadas, assim como o fluxo de caixa consistente, que elas criam nessa modalidade. Da mesma forma, os emissores gostam do volume de transações que as recorrentes criam quando os cartões são usados”, comenta um co-autor do relatório.

Os pagamentos recorrentes on-line ou por celular estão crescendo numa frequência grande e está ficando complexo acompanhar a evolução dos tipos de negócios que estão sendo criados, segundo relatório da Research and Markets.

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Adobe é um fenômeno que catapultou os resultados da empresa. (Foto: Livro Recorrência)

Realidades fortes como IOT (internet of things) já usam esse tipo de solução e só tenderá a crescer, mesmo com o impacto grande da GDPR chegando por aí. Compra com um clique também é uma necessidade grande desse tipo de negócio. Grandes varejistas precisarão ter um parceiro importante (PCI Compliance) para viabilizar a melhor experiência do cliente nisso.

Acesse o relatório exclusivo.

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