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Meios de Pagamento

Banco Inter vazou dados de quase 20 mil clientes, diz investigação do MP.

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O Banco Inter vazou dados pessoais de 19.961 correntistas, de acordo com uma investigação do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). A Comissão de Proteção dos Dados Pessoais moveu nesta segunda-feira (30) uma ação civil pública contra a instituição financeira, que pode ser condenada a pagar uma indenização de R$ 10 milhões.

Vazamento de dados do Banco Inter

A história começou em maio, quando um hacker divulgou um arquivo criptografado de 40 GB que supostamente teria informações pessoais de clientes do Banco Inter. Dados como senha, código de segurança (CVV), e-mail, telefone e endereço, bem como CPF, RG, CNH, declaração de imposto de renda e fotos de cheques para compensação via aplicativo estariam no vazamento.

Na época, o banco declarou que “não houve invasão e tampouco comprometimento dos sistemas de segurança”. Em comunicado ao mercado, afirmou que a notícia do vazamento era “inverídica, com conteúdo técnico questionável e impreciso, publicada com o objetivo exclusivo de prejudicar a reputação do banco”. Disse ainda que a divulgação de “notícias falsas ou fatos verdadeiros truncados ou deturpados” a respeito de instituição financeira era crime.

Investigação do MPDFT e do Banco Central

Após uma investigação, o MPDFT “constatou o comprometimento dos dados cadastrais de 19.961 correntistas do Banco Inter”, sendo que “13.207 contêm dados bancários, como número da conta, senha, endereço, CPF e telefone”. Correntistas de outros bancos que fizeram transações com clientes do Inter também foram afetados. O MPDFT confirmou ainda que houve vazamento da chave de criptografia privada do banco.

“O Banco Central do Brasil confirmou o incidente de segurança, bem como o Centro de Proteção, Análise, Difusão e Segurança da Informação – CI deste Ministério Público constatou que os certificados contidos no arquivo são relativos ao Banco Inter e são compatíveis com as chaves pública e privada”, diz o MPDFT na ação civil pública.

Vazamento de chave de criptografia privada do Banco Inter

Censura contra pesquisador de segurança

Na ação, o MPDFT informa que uma das testemunhas “supostamente foi ameaçada por representantes do Banco Inter para encerrar uma investigação informal que realizava sobre o incidente de segurança”. A vítima teria recebido um telefonema em seu celular pessoal de um homem ligado aos acionistas da instituição financeira, que é controlada pela construtora MRV.

“Disse que o banco me acusaria como o invasor (criminoso), que eu sofreria busca e apreensão de bens meus, que minha reputação profissional seria maculada, que eu teria grandes despesas com advogado dentre outras consequências negativas. […] Um dos trechos que mais me chamou a atenção foi ele me dizer que ‘(…) você não trabalha para a imprensa, não tem sigilo de fonte, não tem proteções que a imprensa tem’. Foi uma clara ameaça”, disse a vítima em depoimento ao MPDFT.

Indenização por danos morais coletivos

Em nota, o MPDFT pede que a ação seja julgada com a condenação do Banco Inter em R$ 10 milhões, a título de indenização por danos morais coletivos, “em razão de não ter tomado os cuidados necessários para garantir a segurança dos dados pessoais de seus clientes e não clientes”. Caso o banco seja condenado, o valor será revertido ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD).

O promotor de justiça Frederico Meinberg diz que “as tentativas de encobrir o incidente de segurança, promovidas pelo Banco Inter, geraram prejuízos morais e insegurança aos clientes, não clientes, investidores, acionistas, ecossistemas de Fintechs e Startups brasileiros de dados, bem como na confiabilidade da migração dos serviços de processamento, armazenamento e de computação em nuvem das instituições financeiras”.

Fonte: TecnoBlog

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MIT elege inovadores e três deles estão em fintechs brasileiras

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Fintechs brasileiras serão reconhecidas (e premiadas) pelo MIT. 3 empreendedores estão entre os mais inovadores da América Latina e vão receber hoje, o prêmio no México.

MIT Technology Review Under 35, é um “Oscar” para jovens inovadores no mundo todo. O reconhecimento feito através de uma votação, elege as pessoas com menos de 35 anos, com o maior potencial para mudar o mundo, através de suas empresas e invenções. 11 brasileiros estão na lista, 3 deles estão ajudando o mercado financeiro.

Os eleitos vão receber o prêmio num evento exclusivo, na Universidade de Guadalajara. Conheça um pouco dos 3 brasileiros que estão ajudando (e mudando) o setor financeiro por aqui.

Aline Oliveira, fundadora da Traive

A Traive é uma plataforma que facilita empréstimos agrícolas e analisa de dados para melhorar a previsão do risco de investimento em agricultura. A principal razão por trás da dificuldade de obter empréstimos acessíveis é que os bancos não têm as ferramentas para estimar corretamente o risco de não pagamento pelo agricultor.

Lincoln Ando, CEO da IDwall

IDwall é uma plataforma de dados que bancos, marketplaces e fintechs usam. No Brasil, a abertura de uma conta bancária pode levar até 15 dias, devido a todas as verificações necessárias feitas manualmente. Os bancos que usam a IDwall reduziram esse tempo para menos de três minutos. A plataforma (que usa inteligência artificial) verifica a saúde do cliente em mais de 200 fontes de dados, desde listas de inadimplência até listas de resoluções judiciais.

Victor Santos, fundador da Airfox

Airfox é um app que funciona como uma carteira digital que não precisa estar associada a nenhuma conta corrente ou cartão de créditoLançado em março de 2018, o aplicativo já conta com 12 mil usuários que conseguiram obter 1,2 mil empréstimos. Essa é uma ponta para resolver o problema dos desbancarizados no Brasil e na América Latina.

victor airfox

Conheça a lista completa aqui.

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Meios de Pagamento

“Recorrência” da Vindi, disseca modelo de Netflix, Spotify, Smartfit e Sem Parar

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livro recorrencia

Recorrência” da Vindi, disseca modelo de Netflix, Spotify, Smartfit e Sem Parar e educa mercado.

O estudo da Vindi, intitulado de “Recorrência: a economia que transformou empresas como Netflix, Slack, Smartfit e Sem Parar” é por si só, um belo ensaio de como gigantes adotaram um modelo infalível de vendas recorrentes e se transformaram nos maiores benchmarkings de seus mercados.

O estudo, que virou um livro gratuito, já foi acessado por milhares de empresas no Brasil.

Com recortes de depoimentos de alguns dos maiores CEO’s do mundo, análises de IPO’s de empresas recorrentes e até estudos de caso detalhados, o livro “Recorrência” é um conteúdo que toda empresa de serviço deve ter como obrigação de leitura.

recorrencia livro

O estudo é gratuito, acesse agora.

 

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Meios de Pagamento

Mercado Pago recebe licença do Bacen para ser instituição de pagamentos

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stelleo tolda - mercado livre

O Banco Central autorizou! Agora, o Mercado Livre (e o Mercado Pago) vão ficar ainda mais fintech.

Em matérias da Reuters e Valor, o Mercado Livre publicou os resultados do trimestre e afirmou ter recebido do Banco Central (BC), a autorização para o Mercado Pago funcionar como uma instituição de pagamento no Brasil. Bela tacada do marketplace, que em breve poderá permitir pagamentos e transferências entre lojistas sem a intervenção de outras instituições financeiras.

Com grande representatividade no ecommerce brasileiro, o ML é um colosso da internet na América Latina. Com a carência de serviços financeiros em todo esse território, o grupo pode aumentar consideravelmente a presença na vida financeira de pequenos lojistas.

 

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