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Meios de Pagamento

Conciliação de cartões é solução financeira? Sim.

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Hoje em dia, os pagamentos com cartões chegam a ultrapassar 90% das transações registradas nos comércios, mas o que não se sabe é que esse pagamento até chegar ao lojista passa por uma infinidade de processos. A grande questão é se organizar, uma vez que cada tipo de transação possui taxas e vencimentos de depósito diferentes. Além disso, existem prazos de liquidação que mudam de adquirente para adquirente, inclusive algumas usam períodos menores para conquistar clientes que precisam do valor adiantado.

As adquirentes possuem planos específicos de adiantamento de recebíveis, que cobram taxa maior para fazer os pagamentos em menos espaço de tempo. O valor geralmente é pago no mesmo número de parcelas que o lojista fez a venda. Ou seja, cabe a ele determinar em quanto tempo pretende receber os valores no momento da negociação da venda.

Os tipos de juros mais conhecidos para o momento da compra são:

 Juros Cliente: quem fica com os encargos de financiamento é o próprio cliente. Se o lojista for praticá-la, é importante que deixe bem avisado ao cliente.

Juros Estabelecimento: quem paga as taxas do financiamento é a própria loja. Esse é o tipo de parcelamento mais comum e, geralmente, o lojista embute essas taxas no custo do produto.

 Juros Bancário: nesse caso, os juros são cobrados diretamente pelo banco devido a um empréstimo feito. Ele pode ser consignado às vendas do lojista por cartão. Quando a adquirente faz o depósito do crédito, o banco já retira o valor referente à parcela. As taxas de juros são negociadas no momento do empréstimo.

Algumas empresas possuem várias operadoras por diversos motivos, por exemplo, a quantidade de bandeiras atendidas. O valor de taxa é o fator mais variante entre as operadoras, que dependem do tamanho da empresa, do número de transações, de exclusividade e são usadas como forma de negociação. É necessário prestar atenção, pois as taxas são cobradas na forma de juros compostos para cada uma das parcelas, ou seja, independentemente do valor ou da necessidade de adiantamento do recebível, é muito importante que o lojista analise se vale a pena adiantar ou se terá prejuízo. As taxas, hoje, apresentam uma média de 2% para débito e 3% para crédito à vista. Já o crédito parcelado varia entre 3% e 4,5%. Dependendo da situação, é preciso pensar até em um empréstimo bancário.

Em relação à compra da maquineta, ou maquininha de cartão como é popularmente conhecida, sabe-se que ela veio para diminuir o incomodo causado pelos altos custos de locação. Sua compra permite que, em pouco tempo e com baixo investimento, não seja mais necessário pagar os aluguéis, mas será que vale a pena?

É preciso lembrar que a comercialização de maquinetas é feita por sub-adquirentes, que possuem taxa maior por transação do que as adquirentes, então, dependendo do faturamento, a diferença entre as taxas pode ser maior do que o aluguel que o lojista está fugindo. Além disso, se a maquineta é do lojista, ele é o responsável pela manutenção, caso quebre ou apresente algum defeito e, ainda, o lojista pode ficar por um período incapaz de receber pagamentos por cartões, o que seria prejuízo.

O Confere Cartões é uma solução para que essas empresas consigam organizar o fluxo financeiro de suas vendas e se proteger contra erros e fraudes do momento em que os cartões são passados até o momento do depósito em conta. A conciliação de cartões serve como um motor desse sistema. É verificado de forma totalmente automática se todos os valores estão sendo pagos corretamente com preços, taxa e datas corretas, uma maneira fácil e visual de ter os resumos da situação financeira da empresa via sistema, e-mail e aplicação.

Os benefícios com a conciliação de cartões são principalmente a economia de tempo com os batimentos, a automatização, ou seja, as empresas só precisam tratar das divergências, o reconhecimento e o acompanhamento dos cancelamentos e chargebacks – o maior vilão das lojas virtuais – o ganho em assertividade, uma vez que todos os batimentos são analisados nos mínimos detalhes; a facilidade para tomada de decisões e acesso a relatórios de auditoria.

Eduardo Salgado é co-fundador do Confere Cartões – Conciliação de Cartões, formado em Publicidade e Propaganda pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) com MBA em Gestão e Estratégia de Negócios.