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Meios de Pagamento

De assinaturas a doações, a Vindi entrega autonomia e poder aos negócios recorrentes

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Fundada em 2013 em São Paulo, a Vindi atende milhares de clientes de diferentes setores. Mas são as de modelos recorrentes que disputam espaço dentro dessa fintech.

Desejada por grandes empresas (em busca de desligamento de softwares legados) e por startups em alto crescimento, a Vindi lidera o que chamam de “Economia da Recorrência“, termo utilizado para ilustrar o mercado de assinaturas no mundo.

Combinando um software de alta escala a um meio de pagamento próprio, construíram uma plataforma de pagamentos num nível mundial em termos de tecnologia. Ano passado a Vindi processou R$1,7 bilhões e a previsão é chegar a R$3 bi nesse ano. O benchmark americano da empresa nos EUA é a gigante Zuora, que abriu capital no ano passado. A empresa lançou no ano passado um dos maiores estudos sobre essa nova economia, leia o report aqui.

A empresa nasceu num ambiente altamente tecnológico (e já agressivo), o que possibilitou nascer num modelo diferente das empresas financeiras (e de pagamento) de outras épocas. “Isso permitiu entrar diferente no jogo”, afirma o fundador da empresa, Rodrigo Dantas.

De assinaturas a doações, a Vindi dá poder às recorrentes

O grande fator que levou empresas como Whirlpool (assinatura de água), Igreja Universal (doação) Smartfit (planos), Resultados Digitais (billing), HDI (seguros), WiseUp (educação), Palmeiras (sócio torcedor) e Multiplus (e-commerce) a confiarem nessa empresa de apenas 5 anos de existência, foi exatamente o foco em tecnologia de meios de pagamento. Especialmente nas demandas das “recorrentes”.

“Os maiores cases recorrentes e de alto crescimento estão com a gente”, afirma Dantas, CEO da empresa.

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“Nascemos como empresa, numa era diferente, isso impacta claramente com lançamos nossa plataforma no mercado e como atendemos nosso cliente”. Rodrigo Dantas, Vindi. Foto: Thomson Reuters

Com 100 colaboradores, a sede na Vila Mariana, abriga um misto de engenheiros de software e pessoas de negócio que atendem mais de 4.000 empresas de diversos segmentos. Porém são as de modelos recorrentes (planos, doações e assinaturas) que procuram a empresa com muita vontade de dar eficiência à parte mais sensível de um negócio que cresce muito: o recebimento.

A empresa tem investimento do Criatec2, fundo de capital de risco gerido pela Bozano Investimentos e vem navegando na transformação digital que empresas têm passado nos últimos tempos. Especialmente, na “morte iminente dos gateways de pagamento”, citou o fundador da empresa, num evento da Thomson Reuters, ano passado.

Transformação digital é isso.

Product Manager da Serasa Experian. Sou designer apaixonado por marketing, mordido pela publicidade e produtos digitais, metódico, realista, dedicado e pra sempre aprendiz.