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Risco & Fraude

A fraude é um pesadelo para o e-commerce (mas não deveria ser)

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Sabemos que a fraude on-line pode causar problemas graves a uma empresa: chargebacks, multas de adquirentes, milhões em prejuízo, reclamações, má reputação, ineficiência operacional, danos à marca… e muitos outros. Mas queremos reforçar o título deste artigo: a fraude não deve ser um pesadelo para quem vende pela internet.

Um bom empreendedor se perguntaria neste momento: “Como assim? Devo então ser mais permissivo, dispensar toda a minha equipe de risco e aceitar todos os pedidos que chegam à minha loja virtual?”.

Não! Jamais faça isso! A fraude on-line é sim uma enorme e crescente ameaça para o comércio eletrônico no mundo inteiro. O que vamos explicar é que não cabe a você, por receio ou por desconhecimento, tomar o problema para si e começar a resolvê-lo por conta própria a fim de erradicá-lo. Não é bem assim, e vamos explicar por quê.

Cenário atual

A maioria das fraudes hoje em dia é cometida por criminosos que obtêm ilegalmente dados de cartões de crédito de terceiros e o utilizam para compras em sites de e-commerce e aplicativos mobile. O dono legítimo do cartão clonado até pode se dar conta do golpe e solicitar o cancelamento da transação; quando isso ocorrer, porém, a loja já terá entregue o pedido ou realizado o serviço e arcará com o prejuízo daquele pedido.

Em números: atualmente, 3,8% dos pedidos que chegam a uma loja virtual são de origem fraudulenta. Com um ótimo gerenciamento de risco e um bom sistema antifraude, este número deve cair para 0,5% (ou menos). As boas práticas do mercado entendem que as fraudes não devem ultrapassar 1% sobre o faturamento.

Medo da fraude

Agora que o “cenário da fraude” já foi apresentado, nos diga se os casos a seguir fazem sentido:

– Uma empresa que tinha 40% dos pedidos cancelados por suspeita de fraude;
– Uma loja virtual que recebia milhares de pedidos por mês e analisava manualmente 100% deles, por medo de fraude; e
– Um empreendedor que pagava 5% do faturamento para ter uma taxa de fraudes igual a 0%.

Todos estes casos são verídicos. E também mostram como o medo pode nublar a vista de um empreendedor e prejudicar de maneira considerável a saúde financeira de uma empresa. Afinal:

– Por que cancelar 40% dos pedidos se, historicamente, menos de 4% das compras são de origem fraudulenta?
– Por que revisar 100% dos pedidos manualmente e não ter uma ferramenta que realize boa parte desta função, deixando somente as compras realmente suspeitas para a verificação humana (menos de 15%)?
– Por que abrir mão de 5% do faturamento para combater a fraude se todas as soluções do mercado têm como meta manter o índice de fraude abaixo de 1%?

Estes casos (e muitos outros) nos mostram que o empreendedor, muitas vezes por falta de informação, se preocupa mais do que deveria com a fraude em vez de focar no que realmente importa: aumentar as vendas, reduzir o custo de aquisição e fidelização de clientes, melhorar a visibilidade da marca… Ou seja: o risco de perder dinheiro compromete seriamente o objetivo de ganhar dinheiro.

A melhor maneira de combater a fraude

Não existe fraude zero no comércio eletrônico: o risco faz “parte do jogo”. Por isso, quem melhor combate a fraude não é aquele que tem como foco não receber nenhum chargeback – afinal, para isso acontecer, será necessário cancelar muitas vendas boas e abrir mão de uma gorda fatia de faturamento. No jogo contra a fraude, o ganhador é quem consegue otimizar a análise de risco, aprovando o máximo de pedidos possíveis e sofrendo o menor risco possível.

Em resumo: não é o medo da fraude que faz com que uma loja supere esta ameaça. O “segredo” é saber administrar o risco de maneira consciente, delegando a análise de risco (toda ou a maior parte dela) a quem realmente sabe lidar com a detecção de compras criminosas.

Quer saber mais?

Se você vai ao Innovation Pay, o maior evento do mercado de pagamentos no Brasil, não deixe de assistir à palestra de Tom Canabarro, co-fundador da Konduto – o primeiro sistema antifraude do mundo a utilizar as tecnologias de inteligência artificial (machine learning) e comportamento de navegação para barrar fraudes on-line.

Explicaremos a evolução do combate à fraude, os prós e contras das principais técnicas utilizadas atualmente e os maiores desafios no dia a dia de todo o sistema de pagamentos ainda encontra. Não perca!

Fale com a Konduto no e-mail oi@konduto.com

Conecte-se com a Konduto também nas redes sociais: Linkedin, Facebook e Twitter

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Head de Comunicação e Marketing na Konduto, primeiro sistema antifraude do mundo a incluir inteligência artificial e comportamento de navegação do usuário às técnicas tradicionais de análise de risco.

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IDwall e a cara dos novos negócios financeiros no país.

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Emailage classificada entre as empresas que mais crescem na América

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A Emailage, líder global em prevenção a fraudes e avaliação de riscos por e-mail, foi reconhecida como uma das pequenas empresas de maior crescimento nos EUA como parte da lista Inc. 5000.

Compilado pela revista Inc., de pequeno porte com sede nos EUA, a Emailage está classificada em 625 entre as empresas privadas que mais crescem e alcançaram um crescimento impressionante de receita nos últimos três anos. A Emailage aumentou sua receita em 100% no ano passado e em 802% desde 2014 – garantindo seu lugar entre as empresas privadas de elite dos Estados Unidos.

Esta é a primeira vez que a Emailage aparece na lista e representa um marco significativo na jornada da empresa – que viu expandir suas operações globalmente nos últimos anos. Mais recentemente, abriu e expandiu escritórios nas regiões da APAC e EMEA, ao mesmo tempo em que fez uma série de contratações importantes para fortalecer sua especialidade em prevenção a fraudes.

Rei Carvalho, CEO da Emailage, disse:

“Em um momento de considerável impulso para a Emailage, nossa classificação na lista Inc. 5000 é um verdadeiro incentivo para a equipe e reafirma que estamos levando o negócio na direção certa. Estamos orgulhosos de ser reconhecidos como um dos negócios que mais crescem nos EUA”

Desde sua fundação em 2012, a Emailage transformou o cenário de prevenção a fraudes adotando uma abordagem mais científica. Sua tecnologia exclusiva de pontuação de fraude preditiva aproveita o endereço de e-mail como base para a avaliação de riscos transacionais e a validação de identidade digital. A Empresa foi responsável por analisar US $ 180 bilhões em volume de transações e identificar mais de 17 milhões de transações de alto risco somente em 2017. Atualmente, a Emailage conta com cinco das dez maiores varejistas globais, três das cinco principais companhias aéreas globais e quatro das seis principais emissoras de cartões de crédito entre seus atuais clientes.

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Cibercrime prepara amplo ataque a bancos

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Evidências mostram que criminosos virtuais estão construindo rede de túneis para roubar informações.

Os criminosos que atuam na internet estão construindo uma ampla rede de túneis escondidos para levar a efeito sofisticados ataques do tipo comando e controle conta bancos e outras instituições financeiras com o objetivo de roubar grande volume de dados pessoais, de acordo com um novo estudo da indústria.

Embora essa modalidade de ataque não seja nova, tem sido notado um aumento em sua incidência desde que a base de dados da Equifax, uma das maiores agências de monitoramento de crédito dos Estados Unidos, foi invadida no ano passado, expondo mais de 146 milhões de dados pessoais, em um dos maiores vazamentos da história.

A maioria desses ataques ficou meses sem ser detectada, segundo o recente “2018 Spotlight Report on Financial Services”, divulgado pelo revendedor de produtos de segurança Vectra. Empregando sua ferramenta de detecção de ameaças, a empresa coletou metadados e tráfego de rede de 4,5 milhões de aparelhos de bancos e instituições financeiras no período de agosto do ano passado a janeiro desse ano.

O resultado foi preocupante, tendo sido encontrado o mesmo tipo do comportamento criminoso que antecedeu o grande ataque do ano passado, com o vazamento de milhões de números de carteiras de motoristas e da previdência social, endereços de e-mails e outras informações pessoais. Esse imenso roubo permaneceu sem ser notado por 78 dias.

Os túneis escondidos devem ser protegidos o tempo todo. Diversos desenvolvedores colocam buracos nas barreiras de proteção para fazer um acesso mais fácil para seus aplicativos, mas esses mesmos buracos podem ser explorados pelos hackers.

Na visão de Will LaSala, diretor de Soluções de Segurança da OneSpan, “ao empregar as ferramentas de desenvolvimento apropriadas, os desenvolvedores podem encriptar e formatar os dados que passam através desses buracos”, lembrando que às vezes a pressa de implementar novas funções para manter os consumidores ou
aumentar os negócios leva a situações nas quais um túnel escondido é criado e fica sem a necessária segurança.

O especialista recomenda o emprego pelos desenvolvedores de comunicação segura por meio de API (Application Programming Interface) por permitir que os dados sejam encriptados antes que a camada de rede seja aplicada, o que frequentemente protege os aplicativos de serem infectados por vírus que exploram esses buracos.

“A adoção de uma abordagem em camadas nas aplicações pode não somente parar os ataques em andamento, tais como esses visando os tuneis escondidos, mas também evitar que novas tentativas criminosas sejam bem-sucedidas contra um aplicativo protegido”, finaliza LaSala.

Fonte: ITForum 365

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