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Meios de Pagamento

Os consumidores têm altas expectativas de seus aplicativos de banco digital

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Os consumidores querem que os bancos façam mais do que apenas segurar seu dinheiro. Eles querem que seus bancos os ajudem a atingir suas metas financeiras.

De fato, um novo relatório de consumo da CSI mostra que 83% dos consumidores americanos concordam com essa afirmação. Esse número saltou para 87% para os consumidores com uma renda familiar anual de US $ 100.000 ou mais, sugerindo que esses consumidores não querem apenas que seus bancos os ajudem a atingir suas metas financeiras, mas também informam como fazê-lo.

Provavelmente, é por isso que tantos bancos lançaram recursos de gerenciamento de orçamento, ferramentas de PFM ou até mesmo consultores robóticos. Ainda ontem, o JPMorgan Chase revelou uma plataforma de investimento digital chamada You Invest, que permite aos clientes trocar até 100 ações e ETFs gratuitamente . Quando se trata de ferramentas orçamentárias, não há escassez disso. No início deste mês, o Bank of America  começou a distribuir e-mails de marketing apontando clientes para usar a assistente virtual Erica para ajudar nas tarefas de gerenciamento de orçamento. Na semana passada, o BBVA Compass revelou uma ferramenta financeira em parceria com o agregador de dados MX. Conta digital é vida.

Essa ferramenta permite que os usuários acompanhem os gastos,orçamento, alcance metas de economia e automatize os pagamentos de contas. Em um painel especial em Nova York nesta semana, a Capital One reiterou seus esforços para ajudar os clientes a manter uma boa pontuação de crédito e melhorar seus hábitos de consumo por meio de sua ferramenta de pontuação de crédito, CreditWise. Até mesmo o consumidor, Marcus, da Goldman Sachs , percebeu o valor que uma oferta de GFP pode ter para seus clientes. Comprou a Clarity Money em abril. Falando nisso, Marcus lançou hoje no Reino Unido  hoje.

A boa notícia de acordo com a CSI Consumer Survey é que 86% dos americanos disseram que as atuais ofertas de serviços bancários digitais de suas IFs “satisfazem plenamente suas necessidades”. O relatório mostra que os consumidores em geral estão recorrendo aos pagamentos bancários e móveis digitais para transações diárias. O relatório constatou que mais de 4 em cada 5 consumidores estão “geralmente satisfeitos” com seu aplicativo bancário.

A Bank Innovation realizou uma pesquisa semelhante no início deste verão. Os resultados desta pesquisamostraram um sentimento semelhante, em que 36,7% dos 267 entrevistados disseram que estavam “muito satisfeitos” com seus aplicativos bancários, e 27,7% disseram que estavam “extremamente satisfeitos”, enquanto apenas 10,5% disseram que “não estavam” de todo satisfeito ”com isso.

Além disso, a pesquisa do CSI, que foi divulgada no início desta semana, mostra que uma grande parte dos usuários (49%) vê os pagamentos móveis como uma maneira mais segura de efetuar pagamentos do que usar cartões de débito ou crédito. Esse número salta para 57% para consumidores entre 18 e 44 anos.Ele cai para 33% para aqueles com 65 anos ou mais. No geral, no entanto, a pesquisa constatou que 81% dos entrevistados confiaram que seus bancos protegem adequadamente seus dados contra violações e hackers.

No relatório, Steve Powless, presidente e CEO da CSI, declarou:

Que embora a maioria esteja satisfeita com seus atuais serviços digitais, isso não significa que os bancos possam descansar sobre os louros. Com os consumidores esperando que os bancos antecipem suas necessidades, as instituições financeiras precisam constantemente inovar e educar seus clientes sobre as mais novas ferramentas disponíveis para atender às metas financeiras.

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Meios de Pagamento

Stripe lidera investimento em fintech de pagamentos

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stripe investimento

Stripe com fome: 7ª aquisição em 4 anos.

A empresa, que já vale U$22 bilhões, liderou o investimento na fintech londrina Rapyd. Focada numa solução completa de APIs para infraestrutura de pagamentos, a Rapyd permite que empresas criem carteiras digitais, integrações all-in-one, conciliação financeira, pagamentos cross-border e transferências online através de uma plataforma única. Por lá, os ingleses apelidaram o modelo de fintech-as-a-service (FaaS).

Financeiras, softwares de gestão, ERPs e até outras fintechs, usam a Rapyd para entrar em negócios financeiros de uma forma acelerada. Além disso, a solução da empresa permite a transação em 65 moedas, em 170 países diferentes.

O investimento de U$40 milhões, liderado em conjunto com a General Catalyst é o 7º investimento/aquisição do Stripe – que já adquiriu plataformas de B.I, saas, antifraude e até um portal de notícias, o Indie Hackers.

Os fundadores da Rapyd são israelenses.

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Meios de Pagamento

ACI Worldwide adquire duas fintechs de uma vez

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aci worldwide

A ACI Worldwide anunciou a compra da TranSend e da RevChip, de uma só vez.

A aquisição das duas empresas foi motivada para impulsionar sua oferta de pagamentos online, especialmente em negócios omni-channels e na distribuição de softwares do varejo offline. A ACI informou que o principal foco será o acesso a terminais físicos (PDVs).

Sanjay Gupta, VP da ACI Worldwide diz: “Os poderosos recursos de tecnologia que estamos anunciando hoje permitem que a ACI ofereça aos comerciantes uma experiência inigualável de pagamento digital na loja da próxima geração. Estamos entusiasmados por dar as boas-vindas às equipes RevChip e TranSend, com quem já temos uma parceria bem-sucedida, para a família ACI para obter mais sucesso.”

Parceria boa dá nisso.

Fonte: ACI.

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Meios de Pagamento

De assinaturas a doações, a Vindi entrega autonomia e poder aos negócios recorrentes

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vindi recorrencia

Fundada em 2013 em São Paulo, a Vindi atende milhares de clientes de diferentes setores. Mas são as de modelos recorrentes que disputam espaço dentro dessa fintech.

Desejada por grandes empresas (em busca de desligamento de softwares legados) e por startups em alto crescimento, a Vindi lidera o que chamam de “Economia da Recorrência“, termo utilizado para ilustrar o mercado de assinaturas no mundo.

Combinando um software de alta escala a um meio de pagamento próprio, construíram uma plataforma de pagamentos num nível mundial em termos de tecnologia. Ano passado a Vindi processou R$1,7 bilhões e a previsão é chegar a R$3 bi nesse ano. O benchmark americano da empresa nos EUA é a gigante Zuora, que abriu capital no ano passado. A empresa lançou no ano passado um dos maiores estudos sobre essa nova economia, leia o report aqui.

A empresa nasceu num ambiente altamente tecnológico (e já agressivo), o que possibilitou nascer num modelo diferente das empresas financeiras (e de pagamento) de outras épocas. “Isso permitiu entrar diferente no jogo”, afirma o fundador da empresa, Rodrigo Dantas.

De assinaturas a doações, a Vindi dá poder às recorrentes

O grande fator que levou empresas como Whirlpool (assinatura de água), Igreja Universal (doação) Smartfit (planos), Resultados Digitais (billing), HDI (seguros), WiseUp (educação), Palmeiras (sócio torcedor) e Multiplus (e-commerce) a confiarem nessa empresa de apenas 5 anos de existência, foi exatamente o foco em tecnologia de meios de pagamento. Especialmente nas demandas das “recorrentes”.

“Os maiores cases recorrentes e de alto crescimento estão com a gente”, afirma Dantas, CEO da empresa.

vindi rodrigo dantas

“Nascemos como empresa, numa era diferente, isso impacta claramente com lançamos nossa plataforma no mercado e como atendemos nosso cliente”. Rodrigo Dantas, Vindi. Foto: Thomson Reuters

Com 100 colaboradores, a sede na Vila Mariana, abriga um misto de engenheiros de software e pessoas de negócio que atendem mais de 4.000 empresas de diversos segmentos. Porém são as de modelos recorrentes (planos, doações e assinaturas) que procuram a empresa com muita vontade de dar eficiência à parte mais sensível de um negócio que cresce muito: o recebimento.

A empresa tem investimento do Criatec2, fundo de capital de risco gerido pela Bozano Investimentos e vem navegando na transformação digital que empresas têm passado nos últimos tempos. Especialmente, na “morte iminente dos gateways de pagamento”, citou o fundador da empresa, num evento da Thomson Reuters, ano passado.

Transformação digital é isso.

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